Em suas últimas edições, apesar de ainda preservar o título original do evento, que traz fortes lembranças dos tempos em que o axé e o pagode eram ritmos que imperavam na folia, a Copa Vela tem seguido a tendência de grandes eventos do país, oferecendo uma variedade de ritmos e deixando de lado características de carnaval fora de época. Os trios elétricos não fazem mais parte do circuito da festa, que agora acontece apenas no modo “indoor”.
Seja na avenida, no bloco ou no conforto dos camarotes, pauloafonsinos e turistas de todas as idades unem-se para lotar o centro da nossa ilha motivados por um objetivo unânime: a diversão, que este ano, em especial, seguiu fortemente a ordem de prestigiar sem preconceitos e sem moderação, gostos e tribos. A organização da folia na avenida e dos eventos particulares empenhou-se em oferecer um cardápio de ritmos sortidos, como o forró, sertanejo, funk, reggae, pop, rock, as batidas eletrônicas, e além, claro, de grandes nomes do pagode e do axé.
Mas para que toda essa festa aconteça é necessário um grande planejamento e uma estrutura que suporte a variedade de diversão e um público gigante. A escolha das atrações, os horários dos shows, a disposição dos palcos na avenida, dos ambulantes, a venda de bebidas, a localização dos banheiros químicos, segurança dentro do circuito da folia e em suas adjacências, os estacionamentos…
Em sua avaliação, todos esses quesitos citados anteriormente foram satisfatórios nesta 22º edição da Copa Vela?
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