
O cortejo com o corpo do ex-prefeito de Canindé de São Francisco, no Sertão de Sergipe, Genivaldo Galindo, chegou ao município no começo da manhã desta terça-feira, 12. O corpo foi levado diretamente para o cemitério da cidade. Apesar do grande número de pessoas acompanhando o cortejo, o sepultamento foi acompanhado por apenas 20 familiares de Galindo. O caixão não foi aberto.
Galindo morreu na tarde dessa segunda-feira, 11, após ter dado entrada na Unidade de Pronto Atendimento Fernando Franco, na Zona Sul de Aracaju com problemas respiratórios. Ele era fumante, diabético e hipertenso. Ele passou por exames para Covid-19, mas o resultado ainda não foi divulgado.
Natural de Itaíba, em Pernambuco, Galindo foi eleito prefeito de Canindé em 1996 e em 2000, quando renunciou ao mandato após denúncias de fraude eleitoral. O episódio desafiou a polícia a Justiça sergipana. Invadiram Cartório Eleitoral da cidade e roubaram as urnas que continham as cédulas com os votos da eleição municipal de 1996 em Canindé, quando a contagem era manual.

Ele ainda foi acusado de improbidade administrativa, desvio de verbas estaduais e federais, superfaturamento de obras e de ser mandante de um crime de pistolagem, pelo qual foi preso em janeiro de 2003 no Ceará.
Em setembro de 2018 foi preso pela Polícia Federal, depois de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a acusação de participação no roubo das urnas. Em novembro do mesmo ano, Galindo ganhou liberdade, desde então, não havia aparecido na imprensa.






Não deixa um curriculo politico exemplar. Agora será julgado pelo celestial pelos seus atos.