
A advogada Priscila Mendes usou as redes sociais para se pronunciar após receber uma série de críticas por integrar a defesa do policial penal Tiago
Sóstenes, investigado pela morte da empresária Flávia
Barros, de 38 anos.
Em um vídeo publicado, a advogada afirmou que o exercício da profissão não representa apoio a crimes.
“Não fazemos apologia ao crime. A advocacia defende direitos. Onde ele estiver e onde for solicitada a minha atuação, eu estarei lá”, declarou. Na legenda da publicação, ela reforçou: “Advocacia é a minha missão!”.
Priscila também comentou sobre as críticas direcionadas à equipe, destacando que a repercussão envolve questões de gênero. “Isso é um machismo totalmente estrutural pelo fato de ter mulheres nessa defesa”, afirmou.
A defesa de Tiago Sóstenes é composta por cinco advogadas, responsáveis pela representação jurídica do investigado durante o andamento das investigações conduzidas pelas autoridades de Sergipe.
O policial penal permanece sob custódia em presídio militar após receber alta hospitalar. Ele também passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal
(IML).
O caso envolve a morte de Flávia Barros, ocorrida em um hotel na capital sergipana, e segue sendo apurado pelas autoridades competentes.





