Por Dionizio Gonçalves O presente texto resumo, nos remete ao pensamento preocupante sobre estes gargalos na sociedade pauloafonsina, bem como na sociedade brasileira, onde assola nossa comunidade devido a falta de políticas públicas voltadas para o social, para o bem estar e para a segurança das comunidades envolvidas. Falar de forma categórica sobre estes aspectos negativos na comunidade de Paulo Afonso é ver certos retrocessos em pleno século 21, numa demonstração clara, de descaso dos governantes, da falta de preparo das entidades para erradicar estas ações nocivas as pessoas, da imaturidade dos políticos e das entidades sejam elas públicas ou privadas na total inércia dos mesmos em resolver de forma pontual estes problemas. A fome na região, seja ela conceitual ou não, passa, porque não dizer, por um mapeamento sobre nossos costumes e nossa cultura, que numa região sofrida, ainda prevalece a prática franciscana de ser, ou seja, o pleno apoio a mendicância, perpetuando assim, numa ferramenta de manobra política e numa cultura irracional, configurada na miséria e na desgraça alheia. Claro que numa evidência evolutiva de nossa sociedade, temos alguns programas sociais que minimizam estas formas hediondas de viver, pois, temos alguns paliativos em amenizar a fome nas comunidades carentes. Poderia ser melhor, mas é um grande passo para alcançarmos um patamar ideal de desenvolvimento humano. Há focos na região, de fome entre certas famílias, há miséria recorrentes nas comunidades sejam ela da zona rural, onde há casos gritantes, sejam elas na zona urbana. Sem contar com o desemprego, numa região altamente produtiva, mas que ao longo dos anos, faltou planejamento estratégico, faltou políticas voltadas ara geração de emprego e renda. Tudo hoje depende do poder público municipal, não há a médio ou longo prazo, alternativas viáveis para tal evento, quer dizer, alternativas para gerar emprego suficiente para uma comunidade economicamente carente. Hoje os índices demonstram a triste realidade e constrasta com algumas avaliações sobre o desenvolvimento da região. Faz-se necessário criar oportunidades e qualificação suficiente para preparar as comunidades em geral, para atrair novas chances de empregabilidade e empreendedorismo na região, mas que para que isso ocorra, os poderes públicos e as entidades envolvidas sejam ativamente participativa nos planejamentos de sustentabilidade social. Pois com esses gargalos aumenta-se os níveis de criminalidade, drogas em geral, jovens sem perspectivas futuras, uma sociedade baseada na insegurança, devido ao desemprego, os níveis de confiabilidade entre as entidades públicas abaixo do esperado e finalmente, uma geração pautada inexistência e no respeito as Leis, onde poderá existir somente medo, desrespeito as normas de convivência comunitária, atos de impunidade crescente, prostituição desenfreada como ocorre na região, onde casos de pedofilia são assuntos corriqueiros, numa clara demonstração de descaso e falta de respeito, as pessoas de bem e as instituições em geral. Mas também, precisamos ter consciência do nosso papel enquanto agente de mudança numa sociedade evolutiva, precisamos coibir estas ações nocivas na sociedade, mostrando, dialogando e finalmente conscientizando as pessoas sobre a grande importância de mudança do ser humano, na evolução da espécie humana e nos objetivos a serem alcançados durante esta jornada para que estas injustiças sejam sanadas ao longo do processo de consciência e maturidade contínua dos agentes humanos envolvidos nestes temas, para que possamos um dia construir uma sociedade mais humana e justa.





