OZILDOALVES.COM.BR – CONTATO
Mensagem enviada através do site em 1/9/2009 – 23h27m
=============================================================
Nome: Athilom Marinho
E-mail: atl_um@hotmail.com
Mensagem: BEBIDA ALCOÓLICA LIVRE NO BLOCO? ATÉ QUE PONTO?
Neste final de semana se dará a festa mais esperada do nosso município. Já há algum tempo se nota os comentários, cada vez mais fortes, sobre a COPA VELA. Os detalhes do evento, tão próximos da sua realização, já estão praticamente concluídos.
É indiscutível a movimentação causada não apenas na cidade, mas não região. É fato a relação com o turismo e a agitação econômica gerada. Toda festa de porte, no entanto, têm, como boa parte dos seus participantes, adolescentes. Aliás, talvez sejam eles os verdadeiros protagonistas. Tornam, sem dúvida, qualquer evento mais alegre, vivo e, inclusive, lucrativo. São eles responsáveis por uma publicidade inigualável. Se um vai, sempre arrasta um amigo ou
uma amiga.
A festa, de certo modo, gira em torno da euforia e da expectativa deles. Exatamente por causa disso não se pode perder de vista a extrema responsabilidade dos organizadores gerais da festa e, neste caso especifico, do único bloco da cidade. Mesmo tendo a consciência que neste meio há muitos que só se preocupam com seus bolsos, não quero deixar de acreditar na minoria que observa e segue as leis e tem o mínimo cuidado com a segurança e a proteção dos adolescentes.
Na programação do bloco em questão há a divulgação de que bebidas alcoólicas serão livremente distribuídas. Aparentemente não há nada de errado. Aparentemente. Sabemos que problemas com o consumo de álcool já não é novidade. No entanto, jovens com menos de dezoito anos não podem, pelo menos à luz da lei, consumir bebidas alcoólicas. Independente da lei é de se esperar o compromisso moral dos promotores do evento, neste caso. Por outro lado, atentar para esse problema, no âmbito da fiscalização, cabe acima de tudo, aos órgãos, juizados e afins. Estes devem cumprir seu papel com afinco e determinação e considerar a seriedade do caso.
No geral, diante do clima festivo e eufórico, é comum esquecermos que os jovens que, na maioria dos casos são inconseqüentes, estão sujeitos, em eventos deste tamanho, a riscos multiplicados.
Redobrar a vigilância é primordial. Sabendo, inclusive, que isso contraria os interesses de muita gente. Prefiro, contudo, considerar um interesse superior: o cuidado mínimo com a sociedade. Digo mínimo com desgosto, porque nosso zelo e atenção diante disso deveria ser prioridade, embora saibamos que não é. Não deveríamos vacilar, quando estivesse em jogo a defesa dos nossos jovens. São eles mais importantes que qualquer movimentação econômica, festiva e turística.





