Epidauro Pamplona epidauro.pamplona@.com.br
Verossímil ou não, a enquete do site ozilldoalves.com.br, classificou como péssimo o trânsito da cidade que tem a “rótula da morte” como referência de sinistros que extrapolam as estatísticas de morte e violência no asfalto. Ali, antes da ponte do canal de PA IV, o fuzuê é mais acirrado quando acontece a tragédia: uma ala da pista é interditada causando engarrafamento de veículos, por horas, na Apolônio Sales, do local do acidente até a Caixa Econômica, e, além da ilha, do rio até a General Motors, Aeroporto e Siriema, às vistas de prepostos da Polícia Militar, do PC-TRAN, que não se movimentam nem para por ordem na bagunça, nem sequer para facilitar o acesso da equipe salva-vidas, do SAMU, às vítimas atingidas.
Nos dias de chuva a ausência da autoridade é maior. Os infratores cometem atrocidades nas ruas da cidade. O descaso do Estado, a leniência da Prefeitura e a falta de sinalização contribuem sobremaneira para a consumação do caos no asfalto em Paulo Afonso, que vivencia os “Dias de Cão” nas tragédias anunciadas.
A área transitável requer um estudo visionário que transforme rabiscos arquitetônicos em viadutos e passarelas, viáveis e exequíveis, que suplante a “rodoviária cubana”, cria da extinta “força do povo”, e desaproprie algumas construções que ora inviabilizam o mega projeto de acesso e saída do município. Afinal, “não se faz omelete sem quebrar os ovos”.
Além de alguns vereadores atuantes, Paulo Afonso nunca, jamais e em tempo algum esteve tão bem representada políticamente na República. Tem até ministro de Estado, aliado dos governos do PT, detentor da hibernada Chesf que, segundo Rudival, para a comunidade pauloafonsina, só dá o apito da sirene. A adesão do prefeito Anilton ao governador da Bahia, Jacques Wagner, fortalece a esperança do início da consecução de tão ambicionado empreendimento, haja vista a necessidade pujante de se evitar tantas mortes no trânsito.
Enfim, “quem não faz quando pode, não fará quando quiser!!!”





