3 de maio de 2026

Área do Exército: Prefeitura descumpre decisão do Conselho de Meio-Ambiente

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Por Geraldo Alves


Na tarde desta quarta-feira (27), a guarita da vila militar, foi o ponto de encontro de ambientalistas, com o objetivo da realização de uma visita na área militar do Exército Brasileiro, sendo que boa parte dos presentes, eram alunos do curso de Mestrado em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus VIII de Paulo Afonso Bahia, além da Pastoral Social, ONG AGHENDA, Membros do Conselho do Meio Ambiente, da Secretaria de serviços Públicos, do Departamento do Meio Ambiente e o Exército Brasileiro.


Nas conversas que pontuaram a real situação que tem gerado certa discordância no tocante ao uso de mecanismos na área, foi colocado o fato de o poder executivo municipal, descumprir uma decisão aprovada em reunião ordinária do conselho municipal do meio ambiente.


A supracitada área do Exército Brasileiro tem sido alvo constante de descarte de lixo, ação de vândalos e objeto de cobiça dos que servem “ao dinheiro e ao poder”. Portanto, diante de inúmeras reclamações de moradores que residem nas imediações da área, a prefeitura em comum acordo com o exército, encaminhou solicitação ao conselho municipal do meio ambiente (CMMA), para realizar uma limpeza nas bordas da área, com o objetivo de retirar o lixo, onde estipulou que seria necessário um espaço de (30) metros.


O certo é que em avaliação coletivo dos membros do conselho, ficou definido que (20) metros seria o suficiente para promover a limpeza. O secretário municipal de serviços públicos, Petrônio Nogueira também chegou ao local da reunião. Petrônio afirmou que descumpriu a determinação dos (20) metros, sim, pois o tratorista não iria descer a todo instante para medir 20 ou 30 metros. Ele ainda acrescentou que aquela área deveria ser extinta, pois a predominância de espécies se resume a apenas *Jurema Preta.


Petrônio ainda demonstrou certa irritação com as indagações e de quebra, contou com o apoio de um servidor municipal, que logo de início tomou as dores, e se dizendo responsável pela referida execução da limpeza e retirada de entulhos, defendeu também que a área deveria ser banida, e que certamente os moradores iriam gostar e muito dessa atitude. Talvez seja este o objetivo de seu chefe, pois o mesmo  reside no entorno da referida área.


 


*JUREMA PRETA, Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Jurema-preta (Mimosa hostilis Benth.) é uma árvore pertencente à família Fabaceae, da ordem das Fabales típica da caatinga, ocorrendo praticamente em quase todo nordeste brasileiro.

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