Qual lição teremos que aprender sobre os fenômenos que estão acontecendo nos últimos 5 anos, que estão destruindo cidades e matando pessoas?
È o fim do mundo?
Acho que não.
Mas por encargo de consciência – tomara que seja ambiental – devemos orar pelos nossos que estão sofrendo com terremotos, tsunamis, secas e mais secas, desertificando regiões que antes eram produtivas e férteis.
Há fatores bíblicos e outros ambientais para justificar essa onda de desastres no mundo.
Sabemos que o consumo mundial cresceu de forma assustadora, nossa pegada ecológica é maior do que a reposição natural do meio ambiente.
O passivo de nosso consumo está sendo jogado há muito tempo no mar, em lixões a céu aberto, não há uma reciclagem ordenada e uma acima de tudo uma Legislação mundial que venha punir certos desmandos.
O Japão hoje vive uma tragédia ambiental, eles são conhecidos por diversos aspectos de disciplina e inovação, e em especial na área de meio ambiente, de lá saiu o protocolo de Kyoto.
Mas, porque o mundo agoniza? Justamente agora, quando já há por parte das grandes nações que poluem e destroem a biodiversidade, uma consciência ambiental mais sustentável?
Em contra partida a tudo isso, devemos desde já pensar no passivo ambiental, no lixo descartado, nas atitudes diárias de jogar uma garrafa de plástico na rua ou no rio, no consumo exagerado de coisas supérfluas, na preguiça de aprender sobre os danos que causamos ao meio ambiente e no trato com a biodiversidade.
O planeta terra agoniza e não dará trégua nem perdão, senão pensarmos agora em tratá-lo bem.
Chegou à hora de todos nós, readequarmos nossos costumes e hábitos de consumo de descarte.
Por: Silvano Wanderley – Ambientalista/Pós Graduado em Gestão Empresarial





