27 de abril de 2026

No dia do seu aniversário, Saul agradece a amigos e lembra da morte do filho, Raul

Por

Por Saul Camboim


 


Tenho o hábito todos os anos, quando aproxima-se mais um ano de vida no mês de novembro, escrever matérias, aonde exponho meus sentimentos; outrora fazia através da Gazeta da Bahia do querido amigo Aníbal Nunes, e hoje uso o grande meio de comunicação, o site, do também amigo Ozildo Alves.


 


De 29 de novembro de 1943, até hoje, dia 29, são decorridos 67 anos. Por quatro décadas convivo nesta cidade que passei a amar e respeitar, e nenhuma cidade é mais solidária que Paulo Afonso.


 


Inúmeros são meus conhecidos e amigos, um dos primeiros amigos desde 1970, é o “Leão Azul”, Chico o gerente de Hilton Auto Peças, os irmãos Patrício Pedrinho “rei da meladinha” e Eliseu, e tantos outros a quem devo tanto.


 


Segunda-feira 29 de novembro, estou emplacando 6.7; mas…sempre existe um mas…,esta data será um misto de emoções, contente por mais um ano de vida, e triste por motivo da perda do meu filho Raul, em 24 de novembro, e levado a última morada em 25 desse mês citado; quero de público agradecer a solidariedade de inúmeros amigos que deram uma grande demonstração de apoio quando mais precisei, além dos familiares de Bom Conselho e Recife.


 


Aqui em nossa amada Paulo Afonso, o Chico de Hilton Auto Peças, permitindo-me ligações para meus familiares, Djaci o locutor da voz mais bonita de nossa cidade, Cícero Borracheiro, Márcio da funerária, que mesmo não precisando como julgava, de alguns equipamentos, ele se pôs a disposição, Sr. João Taxista (o moreno que fica em frente ao Bom Preço), aos que são responsáveis pela Associação dos Moradores do bairro Perpétuo Socorro, na rua Campo Grande; ao Colégio João Bosco, aonde trabalha minha filha Héricka Cristina, além da presença das  professoras, trouxeram uma linda coroa de flores em nome do colégio.


 


E por último, quero agradecer ao meu maior amigo, Jesus Cristo que não permitiu que ele, o nosso Raul tivesse a vida ceifada de uma maneira brusca, morreu como cidadão trabalhando em uma conceituada empresa, e de morte natural, por uma enfermidade que o acometeu.


 


Faz diferença? Óbvio que faz, não existe morte bonita, nem alegre, no entanto melhor morte natural que uma tragédia maior, principalmente nos dias atuais.


 


Obrigado Paulo Afonso!

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