15 de abril de 2026

Deputado chama Paulo Souto e César Borges de

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O deputado federal Walter Pinheiro (PT) condenou a postura dos ex-governadores Paulo Souto (DEM), que postula retornar ao Palácio de Ondina em 2011, e César Borges (PR), atual senador da República. Para ele, os dois são responsáveis pelo crescimento da violência e não têm autoridade para se aproveitar de um crime trágico para se promover politicamente. “São abutres tentando fazer desse episódio um processo de favorecimento político.


 


Eles esquecem das responsabilidades de quando foram governadores e lavaram as mãos o tempo todo. Qual foi a contribuição que eles deram?”, indagou. O parlamentar relembrou um fato na Comissão Parlamentar de Inquérito que apurava os grupos de extermínio do Nordeste, em que no dia 16 de junho de 2004, o então secretário de Segurança Pública do estado, Edson Sá Rocha, declarou que não podia agir por falta de opções.


 


“Está nas notas taquigráficas da Câmara: ‘Quando assumi a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, me senti como aquele médico que é chamado para atender a um desastre de avião ou de ônibus’. César Borges era senador e Paulo Souto governador”, rememorou.  Já o parlamentar estadual Valmir Assunção (PT) disparou contra o republicano: “Ele lavou as mãos de sangue no governo dele”, condenou.


 


Jaques Wagner: ‘CRIME NÃO DARÁ BOM DESEMPENHO ELEITORAL’


 


O governador Jaques Wagner declarou ao Bahia Notícias que a morte do delegado Cleyton Leão, titular da 18ª DP de Camaçari vitimado em uma emboscada nesta quarta-feira (26), não deve ser aproveitada pelos seus adversários como trunfo político. O chefe do Executivo baiano entende o debate sobre a segurança pública, mas pede prudência nos pronunciamentos. 


 


“É natural que a oposição faça críticas, mas a gente espera maturidade. Há uma viúva, uma família e uma corporação sentindo uma perda. Isso não deve dar bom desempenho eleitoral para ninguém”, avaliou. O petista ponderou as dificuldades para combater o crime organizado e o tráfico de drogas, embora destaque que a sua gestão implementou avanços para coibir a violência.


 


“Como em todo o combate, tem baixas. Nós sempre esperamos que não haja baixas, mas podem ocorrer, como, infelizmente, ocorreu com o delegado. É um risco intrínseco aos profissionais de segurança pública. Não adianta buscar culpados, e sim buscar soluções para o problema.


 


A solução passa pelo aumento do efetivo, a melhoria da infraestrutura, a aquisição de viaturas, de tecnologia  das atividades de inteligência e de armamento e a qualificação profissional. Vamos manter  as medidas e, na medida em que houver espaço no orçamento, vamos convocar mais policiais.


 


Um momento de perda como esse entristece todo mundo. Politizar ou partidarizar não adianta”, alertou .

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