
Em Alagoas, a mobilização reúne povos como Wassu-Cocal, Xukuru-Kariri, Katokinn, Karuazu, Koiupanka, Jiripankó, Kalankó, Kraunã, Karapotó Terra Nova, Plaki-ô, Fulni-ô, Kaxagó, Xokó, Xokó Guará, Kariri-Xokó e Tingui, entre outros.
Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), os protestos acontecem também nas estradas, com pontos de bloqueio nas BR-101 e BR-423, na altura da localidade conhecida como “Maria Bode”.
Na BR-423, um trecho em Água Branca, no Alto Sertão de Alagoas, foi interditado nos dois sentidos, provocando congestionamento. Os manifestantes utilizaram pneus e galhos de árvores para bloquear a pista.
A Apib afirma que a mobilização faz parte de uma ação nacional e reforça a posição dos povos indígenas contra qualquer retrocesso nos direitos territoriais garantidos pela Constituição. “Marco Temporal Não”. Nosso território, nossa vida!”.
📍 A mobilização ocorre em Alagoas, Sergipe, Brasília e em outros territórios indígenas do país.





