
Naquela sessão, Cícera afirmou, sem citar nomes, que existia uma “turma do quanto pior, melhor”. Jailson se sentiu atingido pela declaração e respondeu durante seu pronunciamento.
Ao fazer críticas à vereadora, Jailson afirmou que esteve recentemente no bairro Rodoviário, onde Cícera reside, realizando um trabalho com moradores relacionado à área da saúde, e disse que ela deveria ouvir o que os moradores têm a dizer sobre sua atuação. Na sequência, afirmou que Cícera seria uma vereadora de “um mandato só”. Durante a fala, Cícera pediu a palavra, mas não teve o pedido concedido.
Nesta segunda-feira, Cícera reproduziu no microfone da tribuna o trecho em que Jailson disse que seria melhor ela “ter ficado calada”. Em seguida, colocou uma fita lilás sobre a boca, em referência ao Agosto Lilás, e afirmou: “Ninguém vai me silenciar”.

A vereadora também afirmou ter “ficha limpa” e destacou sua trajetória na vida pública, fazendo uma defesa da participação das mulheres na política.
Jailson voltou à tribuna e disse que não havia feito ofensas contra Cícera, mas exercido seu direito de vereador ao responder ao que considerou uma declaração direcionada a ele. Também afirmou ter “ficha limpa” e citou as exigências da Justiça Eleitoral para o registro de candidaturas.





