27 de março de 2026

Após audiência de custódia, Justiça mantém prisão de policial penal suspeito de matar namorada Flávia Barros em hotel de Aracaju

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Redação com g1

Após a audiência de custódia, realizada nesta quinta-feira (26), no Fórum Gumersindo Bessa, a Justiça de Sergipe manteve a prisão do policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, suspeito de matar a namorada em um hotel de Aracaju. Ele foi encaminhado de volta ao Presidio Militar de Sergipe (Presmil).

Ele recebeu alta do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), nessa quarta-feira (25). A investigação da Polícia Civil aponta que o policial penal tentou tirar a própria vida após a morte de Flávia Barros, de 38 anos, no último domingo (22).

Tiago deu entrada com um ferimento por arma de fogo, passou por cirurgia na unidade no mesmo dia do crime. Ele já havia realizado novos exames após a intervenção.

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA) já havia informado que o suspeito foi exonerado do cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso.

De acordo com a pasta, o suspeito não respondia a nenhum processo administrativo disciplinar, tinha um histórico funcional regular e vinha desempenhando as funções de gestão sem registros de condutas incompatíveis com o cargo até então.

A vítima era empresária em Paulo Afonso

A empresária Flávia Barros, de 38 anos, foi morta na capital sergipana, com a arma de fogo funcional de Tiago, segundo a Secretaria de Segurança Púbica de Sergipe (SSP). Os dois haviam viajado juntos para o curtir o show de Rey Vaqueiro na cidade, no sábado (21).

Ela era empresária e morava em Paulo Afonso, no norte da Bahia. O corpo dela foi velado na cidade e depois levado para Canindé de São Francisco, em Sergipe, onde foi sepultado na segunda-feira (23).

A empresária nasceu em Santa Brígida, no interior baiano, mas morava há anos em Paulo Afonso. Ela havia completado 38 anos uma semana antes do crime, no dia 15 de março, data em que, segundo as amigas, também foi pedida em namoro pelo suspeito de cometer o crime. O casal havia começado a se relacionar em novembro do ano passado.

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