
Os banhos públicos em Roma
Roma locuta, causa finita est. Se Roma falou, nada mais se discute. Dentre as grandes heranças do Império Romano, haja vista o direito, os banhos públicos. Havia de todos os tipos, caros e baratos; grandes e pequenos. Os romanos se divertiam e se refrescavam nos banhos públicos.
Se a base do direito ocidental é o direito romano, por que não imitarmos os banhos públicos? O calor abrasador de Paulo Afonso justifica a ideia de um grande piscinão. O doutor Amaury Menezes, visionário pouco citado, construiu um balneário que poderia ser adaptado com água confiável e no Rio de Janeiro um piscinão deu certo.
Em Roma, certos piscinões eram verdadeiros centros culturais e de lazer. Descendemos dos romanos através dos portugueses, herdamos a língua e poderíamos imitar os aprazíveis banhos públicos.
Francisco Nery Júnior



