Por Epidauro Pamplona*
Reiterando o último "Pérolas do Senadinho", "Farinha" é o apelido dos tempos de "baba", no Casquetinho, do dr. João Bosco, novo presidente da CHESF. Espera-se que não seja do mesmo "saco" da Administração Regional de Paulo Afonso, caduca, que defenestrou, em acintoso descaso, o patrimônio físico, cultural e humano da empresa em detrimento da sociedade pauloafonsina, alijada desde muito tempo de políticas públicas da CHESF.
Seus latifúndios, rurais e urbanos servem de lixo para o "pasto" do gado, eventualmente tráfico de drogas e para proliferação de favelas, onde famílias tateiam na escuridão, debaixo das linhas de transmissão de energia elétrica, e vivem com sede de H2O, ao lado de caudalosos canos do precioso líquido que, tempos atrás, no Sal torrado II, desperdiçava-se sem controle da estatal sob esta mesma gerência acéfala, parasitária, provinciana e permissiva sobremaneira ao Meio Ambiente.
Abaixo, a notinha “Pérola do Senadinho” publicada no portal no dia 02/12:
“Farinha”
Era o apelido do novo presidente da CHESF, João Bosco de Almeida, irmão consangüíneo do vereador Gilson Fernandes, nos seus tempos de “babas” no Casquetinho. Espera-se que não seja “farinha do mesmo saco” da atual administração de Paulo Afonso, que deixa muito a desejar em várias vertententes. O patrimônio físico que inclui “O Boi e a Cobra” está, literalmente, jogado no lixo. Até quando???
*Em tempo: E.P. (Epidauro Pamplona) é o pseudônimo constitucional de Carlos Mecânico, ex-chesfiano e acadêmico de Direito.





