TUDO JÁ FOI DITO UMA VEZ, MAS COMO NINGUÉM ESCUTA É PRECISO DIZER DE NOVO.
Na manhã de hoje (19), acessando a mídia eletrônica local, nos sites bobcharles e PAN, me deparei com matéria transcrita da revista Época sobre o Min. das Cidades, dep. Mário Negromonte. Pela Internet, acessei a página da revista eletrônica, edição de 18.11, lendo sob o título “Deu bode na festa”.
Segundo a revista, o Ministro usou de uma festa patrocinada com recursos públicos em proveito pessoal e de seu filho, este, deputado estadual pelo PP-BA. Como sempre, um Procurador Federal de plantão, Dra. Janice Asacari, disse e tá dito que o cartaz com a foto do Ministro no local da realização da “Festa do Bode”, evento anual de iniciativa de Delmiro do Bode, tinha promoção de cunho pessoal, o que é proibido pele Constituição Federal, incorrendo o Ministro em ato de improbidade administrativa e propaganda irregular.
A repórter subscritora da matéria, Isabel Clemente, deverá ter chegado à conclusão de que terá agradado a direção da revista golpista e com a ridícula reportagem, a Presidente Dilma deverá dizer para Mário que a “festa do bode deu bode” e que ele deverá pedir para pegar o boné. Acontece que a revista Época já disse e como ninguém escutou, terá que dizer de novo, como um ruminante que mastiga sem parar, como boca de velho.
Votei em Mário apenas uma vez, quando ele se candidatou a deputado estadual pelo PMDB. Não tenho amizade pessoal a frequentar sua casa e mantenho relacionamento amistoso sem qualquer vinculação política, creio até pela legenda, o PP, talvez, por ser velha reminiscência da Arena, partido de sustentação do governo militar, já sepultado. Então, trato do assunto Mário Negromonte sob a ótica de um cidadão sem cor partidária.
A minha ótica é simples. Paulo Afonso ao longo de sua história política nunca teve um Ministro de Estado, e da região nordestina do Estado somente Ribeira do Pombal teve outro Ministro, Oliveira Brito, ex-juiz de direito em Jeremoabo e ex-ministro da Educação. As lideranças políticas que se sedimentaram em Paulo Afonso a partir de sua emancipação permaneceram na mesmice da politiquice e brigas paroquiais sem nunca pensar em vôos mais altos. Se Mário hoje é Ministro da República, Paulo Afonso deveria a ele se unir na briga de golpes baixos da grande imprensa nacional e refutar acusações levianas e irresponsáveis, tal como a da revista Época, sem que com isso comprometa a posição política local de cada grupo ou partido político.
O problema é que Paulo Afonso nunca teve consciência de sua importância política e sempre se portou como Município de coleta de votos. Deputado Estadual eleito com base eleitoral a partir de Paulo Afonso teve apenas Luís de Deus, o próprio Mário Negromonte, vindo agora Paulo Rangel que embora nascido e identificado com Paulo Afonso, não tem aqui sua maior base. Mário Júnior, é o 2º eleito. Da região tivemos e temos deputados o Dr. João Gonçalves de Carvalho Sá, conhecido como Carvalho Sá, em Jeremoabo, Accioli e Fernando Andrade em Cícero Dantas, e Marcelo Nilo, em Antas, atual Presidente da Assembléia Legislativa do Estado. De Glória tivemos Mário Reis. Eu trato aqui de Paulo Afonso depois de 50 anos de história.
A reportagem da Revista Época pelo que pude interpretar, não surgiu como a chuva que cai do céu. Pelos detalhes, nomes de pessoas citadas, dados fornecidos e ela como um todo aparenta mais como “missa encomendada”, jogo baixo, com seu nascedouro aqui em Paulo Afonso. É apenas uma interpretação que faço, já que aparenta mais uma delatio a recair no Governo Dilma.
O que se deve entender que a reportagem com o nome do Ministro Mário Negromonte na “Festa do Bode”, assim como as denúncias contra o Ministro do Trabalho, Lupi, tem como alvo não as próprias pessoas, já que os tiros disparados na imprensa golpista visam desestabilizar o Governo Dilma. Vários ministros já sucumbiram e o último foi Orlando Silva que converteu o Ministério dos Esportes em ministério de compensação para lhe dar destaque nacional e internacional nacional. Se qualquer ONG recebeu e não aplicou os recursos para os fins destinados, isso não poderia e nem poderá comprometer qualquer Ministro, desde que o Ministério exija a prestação de contas e se irregulares, instaure o processo de Tomadas de Contas Especial e as encaminhe ao TCU. Se o gestor do dinheiro público é responsabilizado, será acionado para devolver dinheiro aos cofres públicos e poderá responder por improbidade e crime contra a administração pública.
É preciso se por um limite ao denuncismo barato e acusações bobas como o fato de um Ministro de Estado viajar em um avião particular de pessoa ou empresa. O que seria inaceitável, e que é tão comum nos Municípios brasileiros, seria abastecer a aeronave com recursos públicos. Hoje, se um cidadão tem uma ação na justiça e tem sentença contra si, ele não pensa em recorrer, sua reação imediata é acionar o CNJ, como se o teor do ato decisório se constituísse infração disciplinar.
A reportagem ridícula da Revista época usa expressão chula que deveria ficar distante de um meio de comunicação de alcance nacional, como “seu amigo prefeito enrolado”. Repetindo o que foi dito e não foi escu�”MARGINYI�� ��
TUDO JÁ FOI DITO UMA VEZ, MAS COMO NINGUÉM ESCUTA É PRECISO DIZER DE NOVO.
Na manhã de hoje (19), acessando a mídia eletrônica local, nos sites bobcharles e PAN, me deparei com matéria transcrita da revista Época sobre o Min. das Cidades, dep. Mário Negromonte. Pela Internet, acessei a página da revista eletrônica, edição de 18.11, lendo sob o título “Deu bode na festa”.
Segundo a revista, o Ministro usou de uma festa patrocinada com recursos públicos em proveito pessoal e de seu filho, este, deputado estadual pelo PP-BA. Como sempre, um Procurador Federal de plantão, Dra. Janice Asacari, disse e tá dito que o cartaz com a foto do Ministro no local da realização da “Festa do Bode”, evento anual de iniciativa de Delmiro do Bode, tinha promoção de cunho pessoal, o que é proibido pele Constituição Federal, incorrendo o Ministro em ato de improbidade administrativa e propaganda irregular.
A repórter subscritora da matéria, Isabel Clemente, deverá ter chegado à conclusão de que terá agradado a direção da revista golpista e com a ridícula reportagem, a Presidente Dilma deverá dizer para Mário que a “festa do bode deu bode” e que ele deverá pedir para pegar o boné. Acontece que a revista Época já disse e como ninguém escutou, terá que dizer de novo, como um ruminante que mastiga sem parar, como boca de velho.
Votei em Mário apenas uma vez, quando ele se candidatou a deputado estadual pelo PMDB. Não tenho amizade pessoal a frequentar sua casa e mantenho relacionamento amistoso sem qualquer vinculação política, creio até pela legenda, o PP, talvez, por ser velha reminiscência da Arena, partido de sustentação do governo militar, já sepultado. Então, trato do assunto Mário Negromonte sob a ótica de um cidadão sem cor partidária.
A minha ótica é simples. Paulo Afonso ao longo de sua história política nunca teve um Ministro de Estado, e da região nordestina do Estado somente Ribeira do Pombal teve outro Ministro, Oliveira Brito, ex-juiz de direito em Jeremoabo e ex-ministro da Educação. As lideranças políticas que se sedimentaram em Paulo Afonso a partir de sua emancipação permaneceram na mesmice da politiquice e brigas paroquiais sem nunca pensar em vôos mais altos. Se Mário hoje é Ministro da República, Paulo Afonso deveria a ele se unir na briga de golpes baixos da grande imprensa nacional e refutar acusações levianas e irresponsáveis, tal como a da revista Época, sem que com isso comprometa a posição política local de cada grupo ou partido político.
O problema é que Paulo Afonso nunca teve consciência de sua importância política e sempre se portou como Município de coleta de votos. Deputado Estadual eleito com base eleitoral a partir de Paulo Afonso teve apenas Luís de Deus, o próprio Mário Negromonte, vindo agora Paulo Rangel que embora nascido e identificado com Paulo Afonso, não tem aqui sua maior base. Mário Júnior, é o 2º eleito. Da região tivemos e temos deputados o Dr. João Gonçalves de Carvalho Sá, conhecido como Carvalho Sá, em Jeremoabo, Accioli e Fernando Andrade em Cícero Dantas, e Marcelo Nilo, em Antas, atual Presidente da Assembléia Legislativa do Estado. De Glória tivemos Mário Reis. Eu trato aqui de Paulo Afonso depois de 50 anos de história.
A reportagem da Revista Época pelo que pude interpretar, não surgiu como a chuva que cai do céu. Pelos detalhes, nomes de pessoas citadas, dados fornecidos e ela como um todo aparenta mais como “missa encomendada”, jogo baixo, com seu nascedouro aqui em Paulo Afonso. É apenas uma interpretação que faço, já que aparenta mais uma delatio a recair no Governo Dilma.
O que se deve entender que a reportagem com o nome do Ministro Mário Negromonte na “Festa do Bode”, assim como as denúncias contra o Ministro do Trabalho, Lupi, tem como alvo não as próprias pessoas, já que os tiros disparados na imprensa golpista visam desestabilizar o Governo Dilma. Vários ministros já sucumbiram e o último foi Orlando Silva que converteu o Ministério dos Esportes em ministério de compensação para lhe dar destaque nacional e internacional nacional. Se qualquer ONG recebeu e não aplicou os recursos para os fins destinados, isso não poderia e nem poderá comprometer qualquer Ministro, desde que o Ministério exija a prestação de contas e se irregulares, instaure o processo de Tomadas de Contas Especial e as encaminhe ao TCU. Se o gestor do dinheiro público é responsabilizado, será acionado para devolver dinheiro aos cofres públicos e poderá responder por improbidade e crime contra a administração pública.
É preciso se por um limite ao denuncismo barato e acusações bobas como o fato de um Ministro de Estado viajar em um avião particular de pessoa ou empresa. O que seria inaceitável, e que é tão comum nos Municípios brasileiros, seria abastecer a aeronave com recursos públicos. Hoje, se um cidadão tem uma ação na justiça e tem sentença contra si, ele não pensa em recorrer, sua reação imediata é acionar o CNJ, como se o teor do ato decisório se constituísse infração disciplinar.
A reportagem ridícula da Revista época usa expressão chula que deveria ficar distante de um meio de comunicação de alcance nacional, como “seu amigo prefeito enrolado”. Repetindo o que foi dito e não foi escu�”MARGINYI�� ��
TUDO JÁ FOI DITO UMA VEZ, MAS COMO NINGUÉM ESCUTA É PRECISO DIZER DE NOVO.
Na manhã de hoje (19), acessando a mídia eletrônica local, nos sites bobcharles e PAN, me deparei com matéria transcrita da revista Época sobre o Min. das Cidades, dep. Mário Negromonte. Pela Internet, acessei a página da revista eletrônica, edição de 18.11, lendo sob o título “Deu bode na festa”.
Segundo a revista, o Ministro usou de uma festa patrocinada com recursos públicos em proveito pessoal e de seu filho, este, deputado estadual pelo PP-BA. Como sempre, um Procurador Federal de plantão, Dra. Janice Asacari, disse e tá dito que o cartaz com a foto do Ministro no local da realização da “Festa do Bode”, evento anual de iniciativa de Delmiro do Bode, tinha promoção de cunho pessoal, o que é proibido pele Constituição Federal, incorrendo o Ministro em ato de improbidade administrativa e propaganda irregular.
A repórter subscritora da matéria, Isabel Clemente, deverá ter chegado à conclusão de que terá agradado a direção da revista golpista e com a ridícula reportagem, a Presidente Dilma deverá dizer para Mário que a “festa do bode deu bode” e que ele deverá pedir para pegar o boné. Acontece que a revista Época já disse e como ninguém escutou, terá que dizer de novo, como um ruminante que ma





