12 de abril de 2026

Em medida contra o coronavírus, prefeito de Simões Filho reduz o próprio salário em 25%

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REDAÇÃO - PA4.COM.BR COM BAHIA NOTÍCIAS

Foto: Simões Filho Online



 

 

O prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha, da cidade de Simões Filho, reduziu 25% do seu salário para ampliar verba destinada ao combate do coronavírus no município. O vice-prefeito e outros funcionários da administração da cidade também terão redução em seus pagamentos, mas em porcentagens menores.

 

A informação é do Diário Oficial do Município, divulgada extraordinariamente na noite do último sábado (11). Segundo os dados, a medida terá previsão de durar 90 dias ou o tempo em que Simões Filho permanecer em estado de calamidade pública.

 

No salário do vice-prefeito serão reduzidos 10% do valor. Cortes também serão feitos nos pagamentos de secretários, superintendentes e vereadores. O decreto também informou que a prefeitura vai suspender Condições Especiais de Trabalho, com exceção para profissionais que estão trabalhando diretamente no combate a Covid-19.

 

Até agora, a cidade de Simões Filho possui três casos confirmados da doença, de acordo com o último boletim da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab).

 

Com a redução, os salários ficam da seguinte forma:

 

Prefeito: salário cai de R$ 26.800 para R$ 20.100
Vice-prefeito: salário cai de R$ 13.400 para R$ 12.060
Secretários: salário cai de R$ 11.300 para R$ 10.170
Superintendentes: salário cai de 9.600 para R$ 8.640
19 vereadores: salário cai de R$ 12.600 para R$ 11.340 – Vereadores devem seguir o mesmo percentual de redução (10%) em seus salários. Câmara ainda deve divulgar esta ação.




 



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COMENTÁRIOS

Comentários 2

  1. Alves says:

    Todos os políticos deveriam fazer o mesmo!

  2. EU says:

    Com um salário altos desses, deveria cair pela metade que ainda tava bom. O prefeito de Paulo Afonso tá tranquilo, com o salário altíssimo, deveria deixar o dele e o do genro pela metade e ainda estariam ganhando muito bem. Agora, o povo, donos de lojas, e a maioria do pessoal que tem comércio, vai precisar é fugir daqui porque não vai ter dinheiro para pagar fornecedores e funcionários. E o povo assalariado vai morrer de fome, porque o dinheiro que vai receber do governo federal vai ter que escolher entre pagar as dívidas ou comprar comida. A prefeitura nem se mexe pra ajudar.

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