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Não votei em Luiz de Deus (PSD), desde o início cruzei os dedos para que Paulo de Deus (PMDB), fosse o vitorioso. Porque entendia que junto com ele, os que não comungam da coisa errada, "nem dos tortos" os que administram melhor os impostos, os que sabem das dificuldades pelas quais passa o nosso povo – e têm vontade política de resolver – estariam de novo com a oportunidade de mudar os desencontros deste governo de Anilton Bastos Pereira (PDT). É uma opinião com a qual ninguém precisa concordar.

Os 21.714 votos obtidos por Paulo, numa campanha simples, mas bem feita, à margem do recurso público, graças a Deus, deixa a mim extremamente satisfeita. Contudo, chega de choro, chega de nhenhenhém, e de lamúrias.

O prefeito eleito de Paulo Afonso é Luiz de Deus, e é com ele que a banda vai tocar, não vou arbitrar sobre o modus operandi do pleito que o levou a isto, pois não tenho provas, apenas indícios que a coisa não primou pelo belo. Sigamos.

Comenta-se em todos os cantos que o segundo mantado de Luiz, não dará a "boquinha" aos fregueses da máquina pública, que a utilizam a seu bel prazer. Quando Luiz foi prefeito eu era um bebê, então, me dou o direito de não julgar o que não vi, nem sei, apenas ouço falar.

Quero acreditar que o prefeito eleito governe para todos, principalmente, para esta parcela maior que não o queria aí. Que não venha para castigar ainda mais esse povo tão sofrido, carente, na mão de uma gestão que nunca priorizou o desenvolvimento do município, cujo potencial é imenso e, não obstante, com milhares de desempregados.

Nós temos água, terra e sol, além de pontos turísticos deslumbrantes, mas basta percorrer a periferia, às margens do Rio, e às vezes bem próximo dele, para ver o descompasso entre as realidades. Nem parece o mesmo município. E isto é preciso corrigir.

É preciso ter o mesmo folego para ir atrás das nutrizes, sim, de ver a possibilidade da UTI gerida pelo município, como queria Paulo de Deus, das políticas públicas para o social, cultural e o esporte, que nunca teve apoio nesta gestão, enfim, é hora de trabalhar.

À imprensa, da qual sou parte, cumpre vigiar, analisar, zelar, criticar e informar. Com imparcialidade e respeito aos homens públicos. Uma coisa é dizer que há safadezas na gestão, se houver, outra, é chamar o gestor de safado. A Constituição não me autoriza a isto.

De resto, estamos também para, como este ofício, servir a comunidade através do rádio, dos sites e das redes sociais. Torcendo por dias melhores.
 

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