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Elizabeth Goiana do Couto, viúva há muitos anos do ourives Joaquim do Couto, era conhecida como D. Betinha, uma das mais antigas moradoras da Rua Santo Antônio, faleceu aos 92 anos, deixando tristes as filhas Socorro Goiana, Gorete e Bernadete, todos os familiares e muitos amigos que fez durante a sua caminhada de quase um século.

Gostava de frequentar as missas da Catedral N.S.de Fátima e, também ali, fez muitas amizades.

Gostava de ler e dentre muitas poesias que apreciava, tinha uma especial atenção pelo poema A Vida, do escritor português João de Deus Ramos que nasceu em Lisboa em 26 de Abril de 1878 e faleceu também na capital portuguesa em 15 de Novembro de 1953. Ele foi um pedagogo português, filho do também pedagogo e poeta João de Deus, cuja obra continuou. É autor de várias obras de educação em Portugal.

D. Betinha sempre declamava este poema que ilustrou um banner do seu aniversário de 90 anos, em 2014.

Ao completar 92 anos, em 29 de Março de 2016, uma foto sua ilustrava um banner com a frase "A fé me trouxe até aqui". De fato, viveu uma longa história, de exatos 92 anos e meio, alicerçada pela fé e pelo carinho da família e dos amigos.

Nos últimos dias andava bem debilitada e vez por outra precisava ser atendida em clínicas médicas ou hospital da cidade.

Conta a filha Gorete que, há poucos dias, quando retornava de um desses períodos de cuidados médicos, no carro, declamou todo o poema.

No final da tarde do dia 30 de Setembro, seu corpo foi sepultado no Cemitério Pe. Lourenço Tori, em Paulo Afonso-BA.

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