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 A Guarda Civil Municipal de Paulo Afonso, paralisou suas atividades, na manhã desta sexta-feira (30) e fizeram um protesto em frente à prefeitura municipal, para pressionar o prefeito Anilton Bastos a elaborar o plano de cargos e salários e assim ajustar os vencimentos da categoria.

Depois de várias reuniões o pleito não avança. A guarda conseguiu, depois de oito anos de penitência à prefeitura, o estatuto da categoria. Aprovado pela Câmara Municipal há dois meses, porém, a correção salarial ficou de fora.

ʺNós estamos com 87% de defasagem salarial, isso faz com que desanimemos, perdemos a nossa credibilidade junto à sociedade e não temos como nos preparar e nos reciclar, enquanto as outras classes crescem nós ficamos para trásʺ, explicou Ivanildo, presidente da associação da Guarda Municipal de Paulo Afonso.
Segundo afirmou Ivanildo, não dá para entender a demora do governo. ʺHá oito meses negociando e até agora nada. Dizer que não há recursos?, os valores que colocamos foi dado o OK, falta mesmo é realizarʺ.

Por exemplo, em Jeremoabo-BA, um guarda municipal ganha pouco mais de R$ 2 mil e em Paulo Afonso, um salário mínimo, R$880 acrescido de 30% de risco de vida.
ʺSem falar que não fazem nem metade do que fazemos aquiʺ desabafa. A paralisação será por 72 horas. ʺSe o juiz eleitoral nos der a ordem para trabalharmos na eleição, nós iremos acatarʺ, disse Ivanildo.

 

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