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A sessão ordinária da Câmara Municipal de Paulo Afonso, desta segunda-feira (19), foi marcada por denúncias graves por parte do vereador dissidente Antônio Alexandre (PMDB) e do governo, Zezinho (PTN), sobre suposta compra de votos que o prefeito Anilton Bastos (PDT) tem feito, segundo os acusadores, não apenas para seu candidato à sucessão municipal como para “dois ou três” candidatos a vereadores.

O curioso é que na ausência de Marconi Daniel (PHS), líder do governo, que certamente defenderia o prefeito das acusações, nenhum outro colega da base tenha se animado em fazê-lo. Ao contrário, Zezinho pediu um aparte e endureceu as acusações.

Primeiro Antônio Alexandre:

“Eu ainda tenho fé na justiça e quero acreditar que alguns candidatos vão ganhar e não vão levar, porque o que está sendo visto hoje?, nós podemos gastar R$ 34 mil e tem vereador com carro de R$ 35 mil, é uma vergonha! Querem ganhar a eleição com isso é vergonhoso! […] querem ganhar a eleição na base do recurso público, que vergonha para Paulo Afonso!”.

Alexandre acusou o prefeito de distribuir material de construção para beneficiar candidatos a vereadores:

“O tanto de material de construção que está sendo “dado” nessa região por parte de candidatos a vereadores e não vou generalizar, porque não são todos, nós vamos levantar isso com a justiça porque passamos por Riacho, Salgadinho e Juá e vimos carreiras de doação de tijolos!”.

Zezinho pede então o aparte:

“É bem verdade isto que o senhor afirma, estão comprando votos, eles deviam era ter vergonha na cara, porque se deve praticar política com honestidade e trabalho e não comprando votos, posso discordar de outras coisas, mas no que se refere a compra de votos de vereadores eu concordo”.

Silêncio sepulcral na Câmara, nenhum colega de bancada desmentiu Zezinho. Terminada a sessão parte deles foram cumprimentá-lo. A mim, um deles confessou que o ânimo do agraciado com a dita “farra do dinheiro público”, para ficar nas palavras de Alexandre, já almeja voos mais altos.

Terminada sua campanha vitoriosa, segundo afirma o interlocutor, ele disputará a cadeira de prefeito, pois, sua votação será esmagadora e o condicionará a isto em 2019.

Lembrando que o Ministério Público antes de agir, precisa ser provocado, é importante dizer o que está acontecendo para informar a sociedade e provar, documentando e acionando a justiça.

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