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O Balneário Prainha, cujo nome não corresponde a realidade, deveria ser um dos maiores pontos turísticos da Região. Tem beleza natural. Embora o abandono a qual o espaço está submetido já corroeu parte dela.

Numa cidade em que a temperatura em dias normais chega a 40 graus, sombra e água fresca deveria ser o destino natural de quem procura lazer, diversão, tranquilidade… E melhor ainda se for público.

Porém, infelizmente, a Prainha não é vitrine nem de aconchego, nem de beleza, muito menos de lazer. Há pessoas que tentam ganhar a vida com os quiosques improvisados, sem estrutura, e precisam conviver com o mau cheiro produzido pelos esgotos estourados que correm dos quiosques até o rio. A Prainha está abandonada a própria sorte ou a falta dela, bem como os comerciantes e o povo que procura o espaço para um refresco.

A cada ano, a propaganda oficial promete uma reforma completa e extraordinária. Nunca saiu um tijolo do papel. Ninguém sabe onde foi parar o projeto que cria uma orla no balneário.

Vejam a seguir, um vídeo narrado pelo repórter Carlos Alexandre (Kaká) que mostra como está um dos lugares mais bonitos de Paulo Afonso, e tirem suas próprias conclusões. O vídeo foi gravado na tarde do último domingo, dia 28. No momento da gravação, nenhum turista foi encontrado no local. Assistam:

Não obstante, num município cujo desemprego é o grande problema a ser resolvido pelo gestor público, com milhares de pessoas desempregadas em Paulo Afonso, inexplicavelmente a Prainha não é aproveitada.

Ao invés de se criar alternativas de trabalho e desenvolvimento econômico, abandonam e deixam muita areia e água à serviço dos malfeitores.

As pessoas de bem apelam aos meios de comunicação: façam alguma coisa!, mostrem o descaso!, a falta de compromisso com o meio ambiente e com o povo. Ainda têm esperança de ver o lugar com a estrutura que precisa e assim ter sua renda assegurada. Isto não é um favor de quem gere os recursos públicos, diga-se: é obrigação.

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