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Há seis meses um dos empresários mais carismáticos de Paulo Afonso, Peu da Farmácia, deixou a vida precocemente vitimado por um grave Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico.

Muitas mortes poderiam sim ser evitadas se o município não padecesse do descaso público que o priva de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Ontem (25), mais um empresário da cidade viveu o drama de precisar e não ter uma UTI em Paulo Afonso. Nicolson Chaves Araújo deu entrada no Hospital Nair Alves de Souza com suspeita de crise de labirintite, porém teve alterações nas enzimas, o que a família achou por bem encaminhá-lo para UTI em Recife, uma vez que essas enzimas indicam possibilidade de enfarto.

Nicolson permaneceu até o final do dia no HNAS quando foi transferido para o Hospital Português, em Recife pela equipe da UTI Móvel SALVAR sob os cuidados do cardiologista Aristóteles Paiva.

O prefeito de Paulo Afonso não consegue resolver o problema da falta de UTI e a situação não pode continuar do jeito que está. O problema não pode esperar um planejamento a longo prazo, haja vista que já ultrapassa o limite de tolerância aceitável.

Em Paulo Afonso não há acesso com qualidade aos serviços e aos bens de saúde. É preciso haver uma ampliação do processo de responsabilidade por parte do prefeito no processo de cuidar e gerir, caso contrário teremos sucessivas perdas de vidas.

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