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Na manhã desta quarta-feira (24), os promotores Luciana Kouri e Leonardo Bitencurt, promoveram um encontro para discutir com a imprensa e os representantes de coligações “o que pode e o que não pode”, neste período.

Participaram da conversa além da imprensa, os juízes: Reginaldo (eleitoral), Adriano (2° Vara Crime), Bruno Sturaro, comandante do 20° Batalhão, representantes da Polícia Civil: Lígia Nunes (Deam) e João Bosco (Delegado de Santa Brígida), os representantes das coligações dos candidatos a prefeito de Paulo Afonso e Glória.

“Nosso intuito agora com a presença da polícia é construir uma eleição da forma mais limpa, mais correta e mais adequada à legislação possível […] e que isto possa refletir de fato a vontade do eleitor”, começou Luciana.

Cumpre dizer, que o Ministério Público diante das novas regras prometeu intensificar a fiscalização, informou que a partir de hoje já irá acontecer um trabalho preventivo e operacional da polícia, advertiu sobre ilegalidades, e as recomendações foram no sentido dos partidos não titubearem. “Para que Deus não permita que eu os pegue de forma irregular, ou que Deus permita”, alertou Bitencurt.

 

 

O promotor emendou dizendo que, uma vez eleito, não significa assumir. “Se a eleição se der dentro da legalidade, tudo bem, caso contrário, ganha mas não leva”. Relembrou prefeitos que saborearam a vitória e depois amargaram a derrota.

Em linhas gerais, tanto a fala dos promotores contemporizada em seguida pelos magistrados têm como objetivo evitar transtornos, são, em boa medida, educativas, falaram dos carros de som – sempre desafiando o que reza a lei eleitoral, da sujeira nas residências, da concomitância de políticos no chamado porta a porta, o que se fez necessário rever agendas, enfim, medidas para que o processo eleitoral aconteça com tranquilidade.

Foi observada a ausência dos representantes das coligações do município de Santa Brígida. Como haviam acertos para serem feitos, particularmente em relação à agenda dois candidatos, haverá uma segunda reunião só para as coligações.

 

Carro de som é o vilão número 1

Entre todos os problemas elencados pelos palestrantes, superando até denúncias de compra de votos – que a bem da verdade, fica a cargo dos partidos que fiscalizam uns aos outros e fazem às respectivas denúncias – o carro de som é o grande problema, quer pelo volume, quer pelo horário.

É importante ressaltar que a Polícia Militar agirá com extremo rigor. “O carro que cometer ilicitude será apreendido e liberado depois que terminar a eleição, sob fiança, ficará no espaço reservado no Detran”, explicou Bitencurt.

Apesar do centro da cidade ser a preferência para a publicidade, segundo os promotores, nada se compara ao que acontece no complexo de bairros do BTN.

“O que acontece no BTN é absurdo, além de extrapolarem o volume dos carros, mais que no centro, são muitos carros ao mesmo tempo e nós vamos intensificar a fiscalização por lá, principalmente agora com ajuda da polícia”, completou o promotor.

Resta saber se os políticos vão arriscar.  

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