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“O sertanejo antes de tudo é um forte!”. Esta frase de Euclides da Cunha ganhou dimensão ao definir o homem nordestino que enfrenta desafios dos mais diversos para viver no sertão.

Um deles é a luta pela produção de sementes como feijão, prato básico e cotidiano em todas as mesas, e o milho. Os preços do feijão alcançaram recentemente preços que assombrou a todos. E aí, muita gente se motivou a plantar novamente ou ampliar sua área de plantio.

Mas então, a tão esperada chuva não caiu como deveria e a previsão de colheita das lavouras de feijão e milho caíram substancialmente.

Para a cultura do FEIJÃO foram plantados no município um total de 2.900 hectares ou como muita gente por aqui entende, 9.570 tarefas. Destas quase 10.000 tarefas apenas 700 hectares (2.310 tarefas).tem previsão de colheita, contando-se o que já foi colhido até agora. Ou seja, apenas 24,13% (vinte e quatro vírgula treze por cento) da safra.

Para a lavoura do MILHO foram plantadas 9.200 hectares, equivalente a 30.360 tarefas e apenas serão colhidas 1.840 hectares (6072 tarefas), 20% (vinte por cento) da área plantada. De qualquer modo, do milho é aproveitada a palha para alimentação bovina o que diminui o percentual de perda.

 

E assim segue a rotina. Agora é esperar o ano que vem, plantar novamente e rezar … rezar … rezar …

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