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Passados dez meses do assassinato que chocou Paulo Afonso, quando dona Ivete foi morta de forma brutal, no interior da sua casa, no dia 9 de outubro do ano passado, pelo menos para setores da imprensa, este crime está elucidado.

“Tenho informações que este caso está elucidado. o caso de dona Ivete está elucidado, depende agora das autoridades, pronto”, disse em tom de desabafo, o repórter Gil Leal.

A bem da verdade, o repórter não disse quem seria o suspeito. Gil se restringiu em dizer que o caso foi resolvido. Porém, as perguntas esperam respostas, que não podem mais ficar no ar.

Em primeiro lugar, sem querer duvidar da lisura do repórter Gil Leal, como se explica um caso de tamanha comoção está elucidado e até o momento a Polícia Civil não apresentar aos pauloafonsinos quem são os acusados?

Passados dez meses, o crime ainda continua um mistério e deve entrar para a vergonhosa estatística de homicídios não solucionados que Paulo Afonso apresenta. A lista é enorme.

Não se trata obviamente de apressar a polícia, mas enquanto fica no ar a especulação que foi “esse” ou “aquele” é mais sofrimento, principalmente para a família. O que dizem as pistas?, os exames de DNA?, com a palavra a polícia.

A morte de dona Ivete, pessoa querida por todos: quer pela dedicação ao próximo, sempre ajudando na igreja, ou pela sua condição: idosa e indefesa, foi um episódio terrível que Paulo Afonso viveu. A cidade sofreu junto com a família, e agora é preciso que se faça justiça. 

Ouça o áudio em que o repórter afirmou ao vivo no rádio que o cirme já foi elucidado:
 

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