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E-mail enviado com exclusivida para o portal OA, por Rodrigo Lima – neto de dona Ivete Martins Gomes, 84 anos, assassinada em outubro de 2015:

Pela presente, venho a público me apresentar como um dos três NETOS de dona IVETE, pessoa que foi barbaramente assassinada no dia 09/10/2015, numa tragédia sem precedentes para a nossa família, amigos e cidade de Paulo Afonso.

Sou Rodrigo Lima, estudante do 10° período do curso de Medicina, filho de Francisco Lima e Núbia Rejane Martins Gomes Lima.

Eu e minha família (pai, mãe e irmã, Ruanna, além dos demais familiares), estamos INDIGNADOS com os comentários cruéis que fazem sobre quem possa ser o assassino da minha vó: UM NETO. É público e notório que comentam que o assassino seria um "neto”.

Sou um dos três netos (do gênero masculino) de minha vó, portanto, sinto-me atingido por esses comentários maledicentes, irresponsáveis e cruéis, gerando ira e especulações absurdas, descabidas, e não vou permitir que continuem com tais insinuações sem responsabilizar legalmente quem o faça.

Para o conhecimento de todos, informo que a minha mãe, Doutora Núbia, desde o primeiro momento do fato, ou seja, do bárbaro assassinato da minha vó, contratou advogado, o Dr. Isac de Oliveira, também uma psicóloga forense de renome internacional para traçar o perfil do assassino, a Drª Aline Lobato, analisando tecnicamente toda a cena e características do crime, como suporte ao trabalho da delegada que tem se dedicado com a atenção e cautela que o caso requer. Há cerca de 04 meses a psicóloga forense concluiu a primeira etapa deste trabalho e este parecer foi entregue a delegada, Drª Antonia Jane, que está realizando seu trabalho com critérios técnicos e responsabilidade ética.

Diante dos COMENTÁRIOS ABSURDOS, faço questão absoluta de ser ouvido pela delegada (ou qualquer autoridade) para o que me coloco à disposição. O que não permitirei é que comentários maledicentes, infundados, irresponsáveis tragam mais sofrimento à minha família, sobretudo para a minha mãe.

Nossa familia tem TOTAL interesse na elucidação desse crime bárbaro e está empenhada, desde que ocorreu, em FAZER JUSTIÇA – e não buscar suposições ou mascarar um trabalho sério para dar audiência de forma leviana ou gerar IRA na população, amigos e familiares de modo inconsequente. É uma dor AINDA MAIOR para a NOSSA família. Exigimos RESPEITO e ÉTICA no trato desta questão que nos causa tanta dor!

Haverá sim, de se desvendar esse crime – sobretudo porque DEUS sempre foi nosso Guia (sendo essa a principal lição de minha vó durante a sua vida).

Que sejam feitas as retratações e divulgada essa minha repulsa por tamanha exposição de nossa dor e busca por justiça!

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