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O projeto Arte e Vida, coordenado por Jane, teve sua primeira exposição, nesta quinta-feira (28), no empreendimento habitacional, Amanda Morais, na Barroca, com artesanato, utensílios e a culinária feitos por um grupo de 25 mulheres. “Nós começamos há quatro meses, e nossa matéria-prima vem toda de material reciclado”, explicou Jane enquanto ajudava as companheiras a arrumar as barraquinhas.

Boa parte das mulheres já frequentava a igreja Batista Tabernáculo que, aliás, faz um trabalho social importante no bairro, e contou para esta primeira exposição com o apoio da vereadora Leda Chaves. Em comum a realidade de muitas mulheres que precisam não apenas do apoio uma das outras, mas aprender um ofício, e ajudar no sustento do casa.

“Por enquanto nós não temos um lugar próprio, dependemos de pessoas para nos dar, temos dois locais mais ou menos disponíveis: o clube do Moxotó e o CRAS da Barroca, a gente alterna, um sábado com artesanato e outro com culinária”.

Arte e Vida trabalha exclusivamente com mulheres, algumas bem jovens, mas os homens não estão impedidos de colaborar, tanto é que para montar as barracas eles ajudaram bastante.

“É um crescimento extraordinário aqui para as pessoas do Amanda Morais, uma prática beneficente que elas possam desenvolver mais e mais, tanto com o material reciclado como a culinária”, disse o pastor Aldeci, feliz da vida com a participação da comunidade.

A assistente social Ervânia e a Jane se conhecem da igreja e já vinham pensando em como por em prática o projeto e motivar as mulheres a participar.

“O projeto nasceu primeiro no caroção de Deus e depois no de Jane, nós procuramos saber como era a realidade das mulheres aqui, tivemos a ajuda de Leda para o material e agora vamos tentar fazer a segunda exposição já com o que conseguimos aqui” explicou Erivânia.

“A gente espera que eles cresçam, a Clara (secretária de Desenvolvimento Social) ajudou também, e tenho fé que nos próximos nós vamos ver muita gente aqui”, disse Leda que aproveitou para comer um docinho de leite.

Aos pouquinhos as pessoas vinham olhar as barraquinhas e ajudar, comprando. Na maioria das vezes, coisas simples como estas ajudam não apenas a que se tenha uma nova perspectiva de vida, uma nova consciência de como se deve tratar o lixo, além da solidariedade entre os vizinhos e amigos.
 

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