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Carta aberta aos/ as amigos/ as de Paulo Afonso

Nos últimos dias a pergunta que mais me fizeram foi. Você é candidato? Bom, alimentei esse sonho até o último instante, mais dada às circunstâncias e principalmente a conjuntura política local. A resposta é não. Isso mesmo, não sou candidato a vereador no pleito de 2016. Aos/ as amigos/ as, companheiros/ as, camaradas e familiares quero agradecer sobremaneira pelo apoio manifestado de forma antecipada ao nosso projeto de mandato. Sabemos da importância do processo eleitoral em prol do fortalecimento da democracia. Que a participação efetiva da sociedade é de vital importância para a transparência no resultado final. Estou cada dia mais convicto do papel indispensável da política na mudança de rumos. O fato de nosso recuo da disputa eleitoral deste ano, não significa que abriremos mão de colaborar com o debate.

Temos o dever de colaborar com a reflexão em prol de eleições limpas. Lançam-se ao processo pessoas sem nem mesmo entender qual o papel a cumprir. Devemos atentar para esse tipo de projeto sem rumo. Carecemos de amplo dialogo e de uma cobrança permanente de conduta ética e moral. O povo já não suporta tanta enganação. O custo para manutenção do conforto de detentores de mandatos eletivos é um “assalto” aos cofres públicos. As políticas públicas sociais devem está na ordem do dia de um bom gestor e a coragem na fiscalização do bom parlamentar, assim como o povo com firmeza deve exigir produtividade e qualificação desde as proposta de campanha.

Quero me voltar cada vez mais para as questões que envolvem o complexo BTN e demais bairros, tais quais (Siriemas, prainha, barroca, moxoto…), pois temos a certeza de um abandono tremendo e que de fato só são vistos em tempos de eleição. Proponho as mulheres e homens de bem a criação de um movimento popular solidário permanente em defesa dos/ as excluídos/ as. Onde possamos de forma suprapartidária pautar assuntos do cotidiano mais que influenciam diretamente na vida do nosso povo. As vidas no campo e na cidade estão intrinsecamente interligadas e não podemos dissociar, jamais. Não fujo a luta, jamais. Um forte abraço e que Deus possa nos guiar!

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