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Nesta histórica quarta-feira (27), cabe perguntar, afinal quem mudou: o PT?, Luiz de Deus?, ou a política? Depois de trinta anos, ganhando e perdendo nos partidos à direita, o candidato a prefeito de Paulo Afonso, Luiz Barbosa de Deus (PSD) abraça adversários históricos e, a partir deste marco, caminharão para a disputa da cadeira municipal.

De lá para cá se passaram três décadas, onde se separavam não apenas modelos de gestão, mas ideologias que dividiram a política moderna. Por seu turno, o PT, na pessoa do seu presidente, Adauto Alves, fez condescendências impensáveis até bem pouco tempo ao candidato pessedista.

Acima de todos paira a figura do prefeito Anilton Bastos (PDT), o homem que tem o poder e foi responsável pela aliança, a quem os demais fazem a devida reverência. Vozes de políticos principiantes que ameaçavam sair fora da asa de Anilton – leiam-se da prefeitura, estavam lá para lhe render elogios majestosos, alguns de corar o rosto de quem resguarda algum pudor.

A politica pauloafonsina vive um período de transição, um conceito de desenvolvimento que destaca o crescimento de novos agentes políticos, que infelizmente, vão precisar de mais tempo para a renovação definitiva. Saibamos ser racionais. Havia sim, dentre os tantos nomes no palanque muitos jovens, jovens de cabeça velha.

A direita arcaica, fragmentada e sem reais alternativas de propostas junta-se a esquerda igualmente superada quer pela história ou pelo presente. Em síntese: o abraço dos afogados. Mas com o devido respeito, estarão com chances reais de governar, a depender do eleitor, uma das cidades mais pungentes da Bahia.

78 candidatos à vereança e 9 partidos, entre os quais o PDT

O presidente do PDT, professor Sandro Gomes, fez uma participação moderada, mas garantindo seu partido no páreo com Luiz.

“Foi especulado algumas coisas a respeito do partido, mas eu quero mencionar que internamente temos discussões, mas depois se chega a um consenso […], mas vamos marchar junto ao candidato Luiz de Deus”, disse.

Então, o PDT tem a companhia dos seguintes partidos: PSD, PRB, PTB, DEM, PEN, PHS, PT e PTN.

O PT

Antigos rivais e agora aliados, Luiz de Deus ouviu do ex-prefeito Zé Ivaldo (PT) uma referência a presidente Dilma a quem tanto o ex-democrata criticou: “Há uma tentativa de destituição de uma presidente legitimamente eleita e contra a qual não pesa absolutamente nenhuma acusação de corrupção nenhuma”.

Mas, garantiu seu voto ao ex-adversário: “Eu vou votar em você Luiz de Deus porque considero que você vai continuar fazendo um trabalho voltado para os mais carentes e mais necessitados da cidade como Anilton vem fazendo”, afirmou Zé Ivaldo. Os deputados do PT, Paulo Rangel e Josias Gomes vieram a seguir e ratificaram as palavras do companheiro.

O discurso de Anilton Bastos

Já o prefeito Anilton Bastos (PDT) voltou parte de seu discurso para se referir ao candidato do PMDB com a repetitiva e enfadonha frase: “Vou ficar até o fim do meu governo, não vou abandonar Paulo Afonso"

Anilton lamentou e reconheceu que não conseguirá cumprir sua principal promessa de suas campanhas, a UTI: “Gostaria muito que fosse (a construção da UTI) no nosso Governo, mas vou ficar mais feliz ainda porque vai ser no governo de Luiz Barbosa de Deus […], no passado ninguém falava de UTI, só falaram de UTI no governo Anilton Bastos”.

O vice para depois

Nos corredores, na sala ao lado e fora todos queriam uma resposta: quem será o vice? Não se sabe ainda se pelo fato do PDT viver essa trama mexicana, cheia de reviravoltas, e um dos nomes cotados para vice, ser exatamente da sigla, o ex-procurador Flávio Henrique, ou porque de fato ainda não houve conversa suficiente para a escolha, mas aqui como no partido adversário, o vice continuará sendo um mistério, porém em seu discurso, o prefeito Anilton deu uma pista: "Ainda não está aqui, o vice determinado de Luiz, ele vai aparecer e vai ser uma pessoa bem parecida com você Luiz”.

O discurso de Luiz de Deus

Com um tom ameno (seu principal concorrente é o irmão Paulo de Deus), o candidato Luiz fez um resumo de sua vida pública e deu apenas um cutuquinho: “Os senhores têm o dever e a obrigação de comparar os candidatos, comparem sobre tudo aqueles que têm o espírito humanitário”.

Cometeu a gafe de sequer citar o nome do ex-prefeito Zé Ivaldo que minutos antes tanto se esforçou para elogiá-lo.

A democracia se impõe

A bem da verdade, a convecção do PSD, e as que virão, até o momento em que mostram que a política que será decidida nas ruas, pouco levará em conta essas observações “filosóficas”, se me permitem. Vai ser no suor, na estrada, no grito, no porta a porta, na vontade e na garra. 

Nesta histórica quarta-feira (27), cabe perguntar, afinal quem mudou: o PT?, Luiz de Deus?, ou a política? Depois de trinta anos, ganhando e perdendo nos partidos à direita, o candidato a prefeito de Paulo Afonso, Luiz Barbosa de Deus (PSD) abraça adversários históricos e, a partir deste marco, caminharão para a disputa da cadeira municipal.

De lá para cá se passaram três décadas, onde se separavam não apenas modelos de gestão, mas ideologias que dividiram a política moderna. Por seu turno, o PT, na pessoa do seu presidente, Adauto Alves, fez condescendências impensáveis até bem pouco tempo ao candidato pessedista.

Acima de todos paira a figura do prefeito Anilton Bastos (PDT), o homem que tem o poder e foi responsável pela aliança, a quem os demais fazem a devida reverência. Vozes de políticos principiantes que ameaçavam sair fora da asa de Anilton – leiam-se da prefeitura, estavam lá para lhe render elogios majestosos, alguns de corar o rosto de quem resguarda algum pudor.

A politica pauloafonsina vive um período de transição, um conceito de desenvolvimento que destaca o crescimento de novos agentes políticos, que infelizmente, vão precisar de mais tempo para a renovação definitiva. Saibamos ser racionais. Havia sim, dentre os tantos nomes no palanque muitos jovens, jovens de cabeça velha.

A direita arcaica, fragmentada e sem reais alternativas de propostas junta-se a esquerda igualmente superada quer pela história ou pelo presente. Em síntese: o abraço dos afogados. Mas com o devido respeito, estarão com chances reais de governar, a depender do eleitor, uma das cidades mais pungentes da Bahia.

78 candidatos à vereança e 9 partidos, entre os quais o PDT

O presidente do PDT, professor Sandro Gomes, fez uma participação moderada, mas garantindo seu partido no páreo com Luiz.

“Foi especulado algumas coisas a respeito do partido, mas eu quero mencionar que internamente temos discussões, mas depois se chega a um consenso […], mas vamos marchar junto ao candidato Luiz de Deus”, disse.

Então, o PDT tem a companhia dos seguintes partidos: PSD, PRB, PTB, DEM, PEN, PHS, PT e PTN.

O PT

Antigos rivais e agora aliados, Luiz de Deus ouviu do ex-prefeito Zé Ivaldo (PT) uma referência a presidente Dilma a quem tanto o ex-democrata criticou: “Há uma tentativa de destituição de uma presidente legitimamente eleita e contra a qual não pesa absolutamente nenhuma acusação de corrupção nenhuma”.

Mas, garantiu seu voto ao ex-adversário: “Eu vou votar em você Luiz de Deus porque considero que você vai continuar fazendo um trabalho voltado para os mais carentes e mais necessitados da cidade como Anilton vem fazendo”, afirmou Zé Ivaldo. Os deputados do PT, Paulo Rangel e Josias Gomes vieram a seguir e ratificaram as palavras do companheiro.

O discurso de Anilton Bastos

Já o prefeito Anilton Bastos (PDT) voltou parte de seu discurso para se referir ao candidato do PMDB com a repetitiva e enfadonha frase: “Vou ficar até o fim do meu governo, não vou abandonar Paulo Afonso"

Anilton lamentou e reconheceu que não conseguirá cumprir sua principal promessa de suas campanhas, a UTI: “Gostaria muito que fosse (a construção da UTI) no nosso Governo, mas vou ficar mais feliz ainda porque vai ser no governo de Luiz Barbosa de Deus […], no passado ninguém falava de UTI, só falaram de UTI no governo Anilton Bastos”.

O vice para depois

Nos corredores, na sala ao lado e fora todos queriam uma resposta: quem será o vice? Não se sabe ainda se pelo fato do PDT viver essa trama mexicana, cheia de reviravoltas, e um dos nomes cotados para vice, ser exatamente da sigla, o ex-procurador Flávio Henrique, ou porque de fato ainda não houve conversa suficiente para a escolha, mas aqui como no partido adversário, o vice continuará sendo um mistério, porém em seu discurso, o prefeito Anilton deu uma pista: "Ainda não está aqui, o vice determinado de Luiz, ele vai aparecer e vai ser uma pessoa bem parecida com você Luiz”.

O discurso de Luiz de Deus

Com um tom ameno (seu principal concorrente é o irmão Paulo de Deus), o candidato Luiz fez um resumo de sua vida pública e deu apenas um cutuquinho: “Os senhores têm o dever e a obrigação de comparar os candidatos, comparem sobre tudo aqueles que têm o espírito humanitário”.

Cometeu a gafe de sequer citar o nome do ex-prefeito Zé Ivaldo que minutos antes tanto se esforçou para elogiá-lo.

A democracia se impõe

A bem da verdade, a convecção do PSD, e as que virão, até o momento em que mostram que a política que será decidida nas ruas, pouco levará em conta essas observações “filosóficas”, se me permitem. Vai ser no suor, na estrada, no grito, no porta a porta, na vontade e na garra. 

Nesta histórica quarta-feira (27), cabe perguntar, afinal quem mudou: o PT?, Luiz de Deus?, ou a política? Depois de trinta anos, ganhando e perdendo nos partidos à direita, o candidato a prefeito de Paulo Afonso, Luiz Barbosa de Deus (PSD) abraça adversários históricos e, a partir deste marco, caminharão para a disputa da cadeira municipal.

De lá para cá se passaram três décadas, onde se separavam não apenas modelos de gestão, mas ideologias que dividiram a política moderna. Por seu turno, o PT, na pessoa do seu presidente, Adauto Alves, fez condescendências impensáveis até bem pouco tempo ao candidato pessedista.

Acima de todos paira a figura do prefeito Anilton Bastos (PDT), o homem que tem o poder e foi responsável pela aliança, a quem os demais fazem a devida reverência. Vozes de políticos principiantes que ameaçavam sair fora da asa de Anilton – leiam-se da prefeitura, estavam lá para lhe render elogios majestosos, alguns de corar o rosto de quem resguarda algum pudor.

A politica pauloafonsina vive um período de transição, um conceito de desenvolvimento que destaca o crescimento de novos agentes políticos, que infelizmente, vão precisar de mais tempo para a renovação definitiva. Saibamos ser racionais. Havia sim, dentre os tantos nomes no palanque muitos jovens, jovens de cabeça velha.

A direita arcaica, fragmentada e sem reais alternativas de propostas junta-se a esquerda igualmente superada quer pela história ou pelo presente. Em síntese: o abraço dos afogados. Mas com o devido respeito, estarão com chances reais de governar, a depender do eleitor, uma das cidades mais pungentes da Bahia.

78 candidatos à vereança e 9 partidos, entre os quais o PDT

O presidente do PDT, professor Sandro Gomes, fez uma participação moderada, mas garantindo seu partido no páreo com Luiz.

“Foi especulado algumas coisas a respeito do partido, mas eu quero mencionar que internamente temos discussões, mas depois se chega a um consenso […], mas vamos marchar junto ao candidato Luiz de Deus”, disse.

Então, o PDT tem a companhia dos seguintes partidos: PSD, PRB, PTB, DEM, PEN, PHS, PT e PTN.

O PT

Antigos rivais e agora aliados, Luiz de Deus ouviu do ex-prefeito Zé Ivaldo (PT) uma referência a presidente Dilma a quem tanto o ex-democrata criticou: “Há uma tentativa de destituição de uma presidente legitimamente eleita e contra a qual não pesa absolutamente nenhuma acusação de corrupção nenhuma”.

Mas, garantiu seu voto ao ex-adversário: “Eu vou votar em você Luiz de Deus porque considero que você vai continuar fazendo um trabalho voltado para os mais carentes e mais necessitados da cidade como Anilton vem fazendo”, afirmou Zé Ivaldo. Os deputados do PT, Paulo Rangel e Josias Gomes vieram a seguir e ratificaram as palavras do companheiro.

O discurso de Anilton Bastos

Já o prefeito Anilton Bastos (PDT) voltou parte de seu discurso para se referir ao candidato do PMDB com a repetitiva e enfadonha frase: “Vou ficar até o fim do meu governo, não vou abandonar Paulo Afonso"

Anilton lamentou e reconheceu que não conseguirá cumprir sua principal promessa de suas campanhas, a UTI: “Gostaria muito que fosse (a construção da UTI) no nosso Governo, mas vou ficar mais feliz ainda porque vai ser no governo de Luiz Barbosa de Deus […], no passado ninguém falava de UTI, só falaram de UTI no governo Anilton Bastos”.

O vice para depois

Nos corredores, na sala ao lado e fora todos queriam uma resposta: quem será o vice? Não se sabe ainda se pelo fato do PDT viver essa trama mexicana, cheia de reviravoltas, e um dos nomes cotados para vice, ser exatamente da sigla, o ex-procurador Flávio Henrique, ou porque de fato ainda não houve conversa suficiente para a escolha, mas aqui como no partido adversário, o vice continuará sendo um mistério, porém em seu discurso, o prefeito Anilton deu uma pista: "Ainda não está aqui, o vice determinado de Luiz, ele vai aparecer e vai ser uma pessoa bem parecida com você Luiz”.

O discurso de Luiz de Deus

Com um tom ameno (seu principal concorrente é o irmão Paulo de Deus), o candidato Luiz fez um resumo de sua vida pública e deu apenas um cutuquinho: “Os senhores têm o dever e a obrigação de comparar os candidatos, comparem sobre tudo aqueles que têm o espírito humanitário”.

Cometeu a gafe de sequer citar o nome do ex-prefeito Zé Ivaldo que minutos antes tanto se esforçou para elogiá-lo.

A democracia se impõe

A bem da verdade, a convecção do PSD, e as que virão, até o momento em que mostram que a política que será decidida nas ruas, pouco levará em conta essas observações “filosóficas”, se me permitem. Vai ser no suor, na estrada, no grito, no porta a porta, na vontade e na garra. 

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