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O Brasil registrou em 2013, 51.900 casos de hanseníase, segundo dados do Ministério da Saúde, nos anos seguintes apresentou números significativamente menores, mas que mostram que o país tem um longo caminho até erradicar a doença.

“Glória conta com a Atenção Básica para fazer avaliação e a prevenção da doença, tivemos um caso em 2015, paucibacilar (com até 5 manchas) o município se encontra silencioso, porém, estamos num processo de busca, realizado pela equipe de saúde: médicos, enfermeiros e agentes”, explicou Letys Amônica, coordenadora epidemiológica do município.

(Letys Amônica – Coordenadora Epidemiológica e Gabriela Soares – Coordenadora da Atenção Básica)

Apesar da semana nacional de prevenção contra hanseníase terminar amanhã (02), a secretaria de saúde estica o prazo, na tentativa de ampliar o diagnóstico precoce da doença e a divulgação de que o tratamento é gratuito e está disponível no Sistema Único de Saúde.

“Uma vez diagnosticado o paciente é encaminhado ao médico de referência que é o dr. Cirilo, em 2016 não notificamos nenhum caso”, reforça Letys.

Diagnóstico

“É uma bactéria que causa a doença. Aqui fazemos o teste de sensibilidade e começamos o tratamento, a depender do tipo de hanseníase pode durar de 6 a 12 meses, neste prazo o paciente recebe uma cesta básica mensal, e também alertamos a todos os comunicantes – pessoas que moram no mesmo domicílio ou viveram com o paciente nos últimos 5 anos”, esclarece Gabriela Soares, coordenadora da Atenção Básica.

Transmissão

“Não pega no tocar, mas através da tosse ou da fala quando se está com a imunidade muito baixa, é importante esclarecer que a população tem contato com a bactéria, mas não vai desenvolver a doença”, explica Letys.

Semana de prevenção

“Atividades educativas e orientação, quando as escolas retornarem as atividades vamos em parceria com a Secretaria de Educação e o programa Saúde na Escola fazer um planejamento para discutir os temas, não somente a hanseníase, mas todo calendário de prevenção: diabetes, tuberculose, dengue e as demais”, afirma Gabriela.

O preconceito

“Existe, Glória já teve muitos casos da doença, e acreditamos que pelo estigma em torno da doença, muita gente busque o tratamento em Paulo Afonso”, observou Letys.

 

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