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O local aludido fica nas imediações do número 304 da rua principal do bairro. Ontem a noite a polícia esteve lá, corrigiu alguns homens, desligaram o som e logo que a polícia foi embora, tudo voltou ao "normal". Creio que a prefeitura deveria intervir, pois é o governo municipal que cuida do cidadão e conviver com poluição sonora é viver em constante tortura física e psicológica. Muitos sofrem de dor de cabeça, nervosismo, brigas são provocadas, é um caos.

Senhor, prefeito. Morar na Prainha é conviver com uma poluição sonora constante. Parece que as pessoas se comprazem em querer viver desafiando a dor de viver com a cabeça doente o dia e a noite por causa do som exagerado de carros e das residências. Por que será que alguns moradores se comprazem em promover barulho? Creio que o maior motivo chama-se falta de educação de não saber respeitar o direito do vizinho de não ouvir o que não deseja.

Por favor, mande uma assistente social fazer um trabalho de conscientização sobre viver em comunidade com respeito e sendo respeitado. As poucas vezes que vou por aí termino indo para a zona rural onde a vida é muito mais saudável.

Com admiração e respeito, do terapeuta Teodomiro Marinho.

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