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Se o dia teve alegria, à tarde chegou séria, no encanto e no desencanto da vida, a única coluna que permanece a mesma é Jesus Cristo.

Não existe mais, para o bem, certamente, aquele patriotismo exacerbado no brasileiro, só para ficar num exemplo: quando obtínhamos uma grande conquista no esporte, dizíamos logo: Deus é brasileiro!

A Igreja exerce um poder forte dentro das fronteiras nacionais, especificamente, e fora daqui, no mundo, antes de tudo, pelo compromisso que precisa ter com a sociedade. A missão da Igreja católica não está presa à ideologia sociopolítica: “Consiste em afirmar o que Deus revelou sobre si mesmo e sobre o destino do homem”, esclareceu o papa João Paulo II.

Dentro da afirmação de São João Paulo II, e agora do papa Francisco, o bispo dom Guido Zendron ficou duas semanas na cidade de Chorrochó, com pouco mais de 60 missionários – a maioria jovem – os padres Honildo – que recebeu a 15º Experiência Missionária em sua Paróquia, Senhor do Bonfim, João de Souza – Coordenador dioceseno das Santas Missões e os colegas que passaram por lá: Pe. Ednaldo (Santa Brígida), Zé Ramalho (Abaré), Pe.Antônio (Pedro Alexandre) e Pe. José Raimundo (Macururé).

Juntando-se a estes: religiosos e seminaristas. “Muito tempo se passou até que finalmente trouxemos para a nossa Paróquia, 14 anos depois, as Santas Missões, e estamos muito felizes pelo resultado, agradeço primeiro a Deus e também a colaboração dos paroquianos”, disse Pe. Honildo, na missa de encerramento, neste domingo (17).

No Ano Santo proposto pelo papa Francisco, os missionários seguiram com o tema: “O Senhor do Bonfim é o rosto da Misericórdia do Pai”, a partir desse aspecto começa o processo de educação. “Nós não evangelizamos com a nossa luz, mas com a luz verdadeira que é Cristo Jesus, sem que deixemos esta luz resplandecer, nossa missão é sem efeito”, ponderou Pe. João Souza.

A preocupação do bispo, insistentemente durante a catequese foi exatamente traduzir de forma simples como se pode deixar que esta “luz” reine, não apenas durante a missão -em Chorrochó estavam pessoas de todas as regiões da Diocese, que voltariam para casa e precisam por em prática o que aprenderam, observa dom Guido:

“Nós temos sempre um olhar que, imediatamente, claro, é sociológico. Mas depois precisamos sempre que alguém nos ajude a interiorizar as coisas, quando eu cheguei aqui outro dia e olhei, tive aquele impacto, depois ouvindo as histórias um impacto ainda maior”, disse num acampamento sem-terra.
Antes dos sem-terra, já encerrada a missão, o bispo proporcionou um momento de lazer para que se entenda bem a natureza do cristianismo, que segundo afirmou “é simples”,, “Vocês estão aqui e eu preciso da compreensão que tudo faz parte da vida, a diversão também, e depois o compromisso com o próximo”.

“Não é uma questão de celebração, não tem sentido celebrar a missa assim, em primeiro lugar, é um acolhimento humano, depois todo o resto, mas o problema nosso não é que com a missa se resolve tudo, a missa nos alimenta para chegarmos aqui e vermos uma humanidade diferente, para que não fique parecendo que a missa é o carimbo de tudo”, explicou dom Guido ainda no acampamento.

No mesmo momento, integrantes do Apostolado da Mãe Rainha se comprometeram a visitar as famílias.

“Viram, o cristianismo é isso, vamos viver a missão e nos deixar provocar, depois nasce uma amizade, depois nasce tudo!”.

Igreja em saída

“Quando o Papa fala em “Igreja em saída”, não precisa recorrer tanto a teologia, a grandeza existe em nós termos presentes o seguinte: eu quero sair de uma situação e enfrentar a outra, para assim encarar a vida com o critério de Cristo, a missão é o cotidiano vivido de uma forma diferente, essas famílias quer com nosso apoio moral e espiritual precisam encontrar o sentido da vida”, completou dom Guido.

O Jubileu dos Missionários

“/Um grão caído na terra/ só vive se vai morrer/ é dando que se recebe/ morrendo se vai viver/…”

Para o último dia de missão em Chorrochó, foi programado o 2º Jubileu da Diocese de Paulo Afonso, em razão do Ano Extraordinário da Misericórdia, o 1ª aconteceu no dia 11, na Catedral, realizado pela Renovação Carismática Católica. “Cada um segundo o seu carisma”, explica o bispo.

Pois bem, o Jubileu dos Missionários pegou um município em estado de graça, porque a vida seca ficou para trás. Renasce a esperança nos campos verdes. Choveu no percurso da Igreja Matriz de Senhor do Bonfim até a Colina, mas tudo estava a favor.

Simples e bonito, uma beleza que se revela sem saber-se revelar. Verde, areia e a Cruz no Alto.

“Parece tudo seco e no momento que vai chover tudo se torna verde, a terra, mas não a mesma, é mais. Eu vivo, mas não eu, Cristo vive em mim, passando pela Porta Santa, passo pelo coração de Cristo, então deixo atrás o mundo para entrar nesta nova dimensão. Eu carrego minhas fraquezas, meu temperamento e meus limites, mas com o desejo de uma mudança de vida”, disse o bispo.

Com efeito, não é necessário mudar a natureza, o amor de Cristo é uma companhia com a qual se ver melhor e mais: os rios, os campos e as pessoas.
Nesta manhã se colhia às flores de uma vida cristã, um povo simples e hospitaleiro.

O deserto, o verde e a Cruz

“Quando eu vinha pensei no deserto de minha vida, de tantas pessoas, há desertos cuja única esperança é a Cruz, por isso subi tendo consciência que cada um de nós tem um deserto na vida, e a única coisa que fica é a contemplação da Cruz”.

Dom Guido lembrou, vendo a exuberância do verde, da dor que vai no outro, e que em nossos “desertos particulares” não conseguimos enxergar: “Vendo ali o verde, muitas vezes pensamos que para os outros tudo da certo, menos para nós, não vamos nos distrair nem ter ciúme, nem ter nada, pois cada um de nós tem sua importância.&rdqu�7Š���±:�� ��

Se o dia teve alegria, à tarde chegou séria, no encanto e no desencanto da vida, a única coluna que permanece a mesma é Jesus Cristo.

Não existe mais, para o bem, certamente, aquele patriotismo exacerbado no brasileiro, só para ficar num exemplo: quando obtínhamos uma grande conquista no esporte, dizíamos logo: Deus é brasileiro!

A Igreja exerce um poder forte dentro das fronteiras nacionais, especificamente, e fora daqui, no mundo, antes de tudo, pelo compromisso que precisa ter com a sociedade. A missão da Igreja católica não está presa à ideologia sociopolítica: “Consiste em afirmar o que Deus revelou sobre si mesmo e sobre o destino do homem”, esclareceu o papa João Paulo II.

Dentro da afirmação de São João Paulo II, e agora do papa Francisco, o bispo dom Guido Zendron ficou duas semanas na cidade de Chorrochó, com pouco mais de 60 missionários – a maioria jovem – os padres Honildo – que recebeu a 15º Experiência Missionária em sua Paróquia, Senhor do Bonfim, João de Souza – Coordenador dioceseno das Santas Missões e os colegas que passaram por lá: Pe. Ednaldo (Santa Brígida), Zé Ramalho (Abaré), Pe.Antônio (Pedro Alexandre) e Pe. José Raimundo (Macururé).

Juntando-se a estes: religiosos e seminaristas. “Muito tempo se passou até que finalmente trouxemos para a nossa Paróquia, 14 anos depois, as Santas Missões, e estamos muito felizes pelo resultado, agradeço primeiro a Deus e também a colaboração dos paroquianos”, disse Pe. Honildo, na missa de encerramento, neste domingo (17).

No Ano Santo proposto pelo papa Francisco, os missionários seguiram com o tema: “O Senhor do Bonfim é o rosto da Misericórdia do Pai”, a partir desse aspecto começa o processo de educação. “Nós não evangelizamos com a nossa luz, mas com a luz verdadeira que é Cristo Jesus, sem que deixemos esta luz resplandecer, nossa missão é sem efeito”, ponderou Pe. João Souza.

A preocupação do bispo, insistentemente durante a catequese foi exatamente traduzir de forma simples como se pode deixar que esta “luz” reine, não apenas durante a missão -em Chorrochó estavam pessoas de todas as regiões da Diocese, que voltariam para casa e precisam por em prática o que aprenderam, observa dom Guido:

“Nós temos sempre um olhar que, imediatamente, claro, é sociológico. Mas depois precisamos sempre que alguém nos ajude a interiorizar as coisas, quando eu cheguei aqui outro dia e olhei, tive aquele impacto, depois ouvindo as histórias um impacto ainda maior”, disse num acampamento sem-terra.
Antes dos sem-terra, já encerrada a missão, o bispo proporcionou um momento de lazer para que se entenda bem a natureza do cristianismo, que segundo afirmou “é simples”,, “Vocês estão aqui e eu preciso da compreensão que tudo faz parte da vida, a diversão também, e depois o compromisso com o próximo”.

“Não é uma questão de celebração, não tem sentido celebrar a missa assim, em primeiro lugar, é um acolhimento humano, depois todo o resto, mas o problema nosso não é que com a missa se resolve tudo, a missa nos alimenta para chegarmos aqui e vermos uma humanidade diferente, para que não fique parecendo que a missa é o carimbo de tudo”, explicou dom Guido ainda no acampamento.

No mesmo momento, integrantes do Apostolado da Mãe Rainha se comprometeram a visitar as famílias.

“Viram, o cristianismo é isso, vamos viver a missão e nos deixar provocar, depois nasce uma amizade, depois nasce tudo!”.

Igreja em saída

“Quando o Papa fala em “Igreja em saída”, não precisa recorrer tanto a teologia, a grandeza existe em nós termos presentes o seguinte: eu quero sair de uma situação e enfrentar a outra, para assim encarar a vida com o critério de Cristo, a missão é o cotidiano vivido de uma forma diferente, essas famílias quer com nosso apoio moral e espiritual precisam encontrar o sentido da vida”, completou dom Guido.

O Jubileu dos Missionários

“/Um grão caído na terra/ só vive se vai morrer/ é dando que se recebe/ morrendo se vai viver/…”

Para o último dia de missão em Chorrochó, foi programado o 2º Jubileu da Diocese de Paulo Afonso, em razão do Ano Extraordinário da Misericórdia, o 1ª aconteceu no dia 11, na Catedral, realizado pela Renovação Carismática Católica. “Cada um segundo o seu carisma”, explica o bispo.

Pois bem, o Jubileu dos Missionários pegou um município em estado de graça, porque a vida seca ficou para trás. Renasce a esperança nos campos verdes. Choveu no percurso da Igreja Matriz de Senhor do Bonfim até a Colina, mas tudo estava a favor.

Simples e bonito, uma beleza que se revela sem saber-se revelar. Verde, areia e a Cruz no Alto.

“Parece tudo seco e no momento que vai chover tudo se torna verde, a terra, mas não a mesma, é mais. Eu vivo, mas não eu, Cristo vive em mim, passando pela Porta Santa, passo pelo coração de Cristo, então deix

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