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As belezas naturais e artificiais da cidade da energia enchem de puro prazer celestial os olhos de quem as contempla como verdadeiros cartões postais e, eventualmente, atraem até turistas internacionais. O complexo hidrelétrico e arquitetônico da CHESF com seus monumentos contribuem sobremaneira para propagação da industria sem chaminé, apesar da ausência da Prefeitura que gasta mais com a autopropaganda do que com a pasta do Turismo. Neste contexto, na máxima de Ricúpero, “o que é bom e bonito a gente mostra, e o que é ruim propositadamente a gente esconde”. O visitante, ludibriado, vendo apenas uma face turística da urbe, sai com a impressão de ter visto um dos mais belos municípios do Brasil.

No entanto, conforme as fotos apensadas na matéria, a “face oculta” dos dejetos orgânicos, inorgânicos e eletrônicos que se espraiam em todo perímetro municipal, retrata um quadro dantesco da imundície que procria o temível mosquito transmissor da microcefalia, da dengue e das febres Zika Virus e Chikunguia, males fatais dos nossos dias.

A lei surreal que exigia o fim dos lixões das cidades até agosto de 2014 e punia o gestor infrator com multas de até R$ 50 milhões e perda do mandato, literalmente, ficou no passado atropelada pela contumácia do senhor prefeito de Paulo Afonso, onde a proliferação dos resíduos sólidos nas áreas rural e urbana é visível e palpável formando lixões a céu aberto que aumentam à proporção que o descaso das autoridades, ambientais ou não, agride violentamente o Meio Ambiente e polui o moribundo “Velho Chico”. Até quando abusarão da paciência da Natureza?

Fotos produzidas na tarde desta quarta-feira (13) nas margens do Rio São Francisco próximo à ponte de acesso ao centro de Paulo Afonso:

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