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Comecemos pelo essencial. Alguém em sã consciência pensou na hipótese de Luiz (DEM) ou Paulo de Deus (PMDB) saírem separados nas eleições municipais deste ano em Paulo Afonso? Ou em qualquer tempo? A sinuca de bico está, basta ter dois neurônios para entender, para quem se antecipou à anunciada tempestade e declarou guerra ao prefeito Anilton Bastos (PDT).

Os deuses têm um capital de votos considerado amparado exclusivamente no aparelho municipal, daí a dependência do prefeito e, numa saída inteligente, mágoas ficaram para trás. Notem que há poucos dias, um dissidente interessado no racha, chamou o prefeito de Paulo Afonso e o presidente da Câmara Municipal, Petrônio Nogueira (PDT) de “ladrões”.

Na mesma semana, não demorou a resposta, Luiz de Deus comentando o episódio classificou os acusadores de “insignificantes!” no plural, lembrando que não apenas Geraldo Carvalho, mas a claque que o acompanhava merecia o adjetivo.

Eis neste ínterim, um brinde ao escárnio. “/Naquela mesa ele juntava gente/ E contava contente o que fez de manhã…/”.

A coisa por essa corrente anda tão boa, que é cada vez mais forte a possibilidade de sair a casadinha: Luiz e Paulo, candidatos a prefeito e vice, respectivamente. Segundo afirmam os presentes, no aniversário de Paulo, comemorado neste sábado (09), a afinidade e disponibilidade de se juntarem em tal empreitada é muito forte.

Consequentemente, o tiro pode sair pela culatra. Dar-se ao eleitor uma dupla chance de eliminar um núcleo político, que sofre, como é possível averiguar, um desgaste inédito.

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