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Para ilustrar melhor o que aconteceu este ano na Câmara Municipal de Paulo Afonso, peguemos o boxe, neste esporte há derrotas por pontos, por nocaute, e há o nocaute técnico, quando se joga a toalha e apela a que se acabe a luta, à misericórdia. Cumpre lembrar que se quer houve uma luta. Iniciado o ano na Casa, a toalha já foi à lona.

Em nenhum momento desde que Petrônio Nogueira (PDT), o “rolo compressor” como bem advertia Edson Oliveira (PP), assumiu a presidência da Câmara, o Poder Legislativo se comportou com independência, fez-se de tudo para não incomodar o executivo. Aqui, é preciso reconhecer que com seu antecessor, Marcondes Francisco (PRP), não era diferente, este pelo menos respeitava os trâmites.

Para dizer que não se fez nada além de aprovar requerimentos, alguns que nunca vão sair do papel e outros que já são, como se diz, cartas marcadas, as entregas de títulos de cidadão deram mais do que banana na feira.

Porém, caro leitor, se alguém mexer com o prefeito Anilton Bastos (PDT), os vereadores da base, e por incrível que pareça, até aqueles escolhidos justamente para arbitrar o jogo, ou seja, a oposição, pintam-se para a guerra.

Para começo de conversa, criticar uma gestão apontando aquilo que fere os interesses da coletividade não é obrigação somente da oposição, mas de quem anda com as próprias pernas e tem consciência que é funcionário do povo, com privilégios que nenhum outro trabalhador tem: gasolina, diárias e até o paletó.

No conjunto da obra, os vereadores, mesmo, convenha-se, os que estão na dissidência, agiram segundo suas próprias regras, de acordo com as necessidades que o momento indicava.

Seguindo a ordem vejamos:

Petrônio Nogueira

Petrônio Nogueira (PDT), o presidente teve desempenho pífio – como há muitas pessoas que me leem e não entendem o que eu escrevo, mas insistem, que fique claro aqui, que restrinjo-me ao desempenho no Legislativo, em frente: em alguns momentos conseguiu até desagradar os companheiros da base. Cumpriu exatamente aquilo que reza os mandamentos de um “rolo compressor” atropelando o que por ventura pudesse causar problemas ao executivo.

Se achando o dono da cocada, ainda proibiu os fotógrafos de fazerem fotos por dentro do salão, e por último, certamente refletindo sua atuação, fez grandes elogios à imprensa chapa branca, paga, ora vejam, pela Câmara, e se achando muito, ainda afirmou em tom apatetado que quem criticou o Legislativo, no caso, nós aqui, estávamos de cócoras. (risos). Na ótica deste grande pensador, quando a imprensa critica, está de joelhos, mas quando elogia porque está sendo paga para isto, aí sim cumpre a risca o seu papel.

Marcondes Francisco e Regivaldo Coriolano

Regivaldo Coriolano (PCdoB), se alguém quiser ver o 1º secretário irado, diga que ele mudou de lado “Quem mudou foi o prefeito”, diz sempre que alguém insinua, mas seu passado é a referência, o prefeito continua fazendo o que sempre fez, porém, Regivaldo… Sinto muito vereador, mas quantas vezes esta escriba aqui não presenciou o senhor perder a fala criticando esta gestão, e, principalmente, quando a Casa atropelava algum rito?, foram muitas. Nunca se viu semelhante apatia. Regivaldo ler a Ata da sessão anterior, e limita-se a votar, opina vez por outra, num assunto mais genérico. Às vezes tem-se a impressão que nem está por ali, talvez fazendo companhia a Marcondes Francisco (PRP). Este ao completar os 50 anos, ao menos contou uma lorota, que Zezinho do INSS (Pros) não entendeu.

Antônio Alexandre e Luiz Aureliano

Luiz Aureliano (PT) e Antônio Alexandre (PR), estes mudaram pelo menos de posição, compunham a base do governo e hoje estão sem representação na Câmara, são os filhos enjeitados, porque não encontraram abrigo na oposição. Ganham espaço na mídia pela razão óbvia de serem a voz do contraditório.

Porém, os pecados dos dissidentes residem em denunciar as mazelas do executivo sem ações efetivas que possam apear o prefeito do poder. Se conseguissem provar por “A mais B”, metade do que denunciam sobre a administração de Anilton, há muito tempo que o prefeito não teria condições de continuar. Mas, falta estudar profundamente os relatórios do TCM – Tribunal de Contas dos Municípios – e mostrar a imprensa como andam os gastos, a miúde, do prefeito, como a oposição não tem interesse nesta pauta, eles precisam fazer.

Dinho, Bero e Macário

Edson Oliveira (PP), Bero do Jardim Aeroporto (PSL) e Pedro Macário (PP), estes formam a oposição, quando existia não apenas para sugar os R$ 11 mil dirigidos aos gabinetes de minoria e maioria. Tirando essa bufunfa que todo mês entra nesta bancada, o que eles fazem para, pelo menos, diante das denúncias dos dissidentes fazer de conta que se interessam? Bom… O líder, Edson Oliveira não mede esforços para elogiar os secretários, e de jeito nenhum criticar o prefeito.

Lá todos já aprenderam que é pecado. Se a oposição se interessar em dar respostas à população das denúncias levantadas na Câmara, é considerado erro grave, gravíssimo. Enquanto os dissidentes denunciam, a oposição prepara a cama deles, como se fossem uma representação paralela, inventada só na democracia de Paulo Afonso, porque no resto do mundo onde existe república democrática, até onde se sabe, a oposição está para apurar irregularidades e fazer críticas à administração.

Ivaldo, Leda, Bero, Zé Carlos e Carreira

Leda Chaves (PDT), Ivaldo Sales (DEM), Bero do Jardim Bahia, Zé Carlos (PRB) Manoel Carreira (PDT), bom estes estão lá. Asseguro que são assí��������ñ=�� ��

Para ilustrar melhor o que aconteceu este ano na Câmara Municipal de Paulo Afonso, peguemos o boxe, neste esporte há derrotas por pontos, por nocaute, e há o nocaute técnico, quando se joga a toalha e apela a que se acabe a luta, à misericórdia. Cumpre lembrar que se quer houve uma luta. Iniciado o ano na Casa, a toalha já foi à lona.

Em nenhum momento desde que Petrônio Nogueira (PDT), o “rolo compressor” como bem advertia Edson Oliveira (PP), assumiu a presidência da Câmara, o Poder Legislativo se comportou com independência, fez-se de tudo para não incomodar o executivo. Aqui, é preciso reconhecer que com seu antecessor, Marcondes Francisco (PRP), não era diferente, este pelo menos respeitava os trâmites.

Para dizer que não se fez nada além de aprovar requerimentos, alguns que nunca vão sair do papel e outros que já são, como se diz, cartas marcadas, as entregas de títulos de cidadão deram mais do que banana na feira.

Porém, caro leitor, se alguém mexer com o prefeito Anilton Bastos (PDT), os vereadores da base, e por incrível que pareça, até aqueles escolhidos justamente para arbitrar o jogo, ou seja, a oposição, pintam-se para a guerra.

Para começo de conversa, criticar uma gestão apontando aquilo que fere os interesses da coletividade não é obrigação somente da oposição, mas de quem anda com as próprias pernas e tem consciência que é funcionário do povo, com privilégios que nenhum outro trabalhador tem: gasolina, diárias e até o paletó.

No conjunto da obra, os vereadores, mesmo, convenha-se, os que estão na dissidência, agiram segundo suas próprias regras, de acordo com as necessidades que o momento indicava.

Seguindo a ordem vejamos:

Petrônio Nogueira

Petrônio Nogueira (PDT), o presidente teve desempenho pífio – como há muitas pessoas que me leem e não entendem o que eu escrevo, mas insistem, que fique claro aqui, que restrinjo-me ao desempenho no Legislativo, em frente: em alguns momentos conseguiu até desagradar os companheiros da base. Cumpriu exatamente aquilo que reza os mandamentos de um “rolo compressor” atropelando o que por ventura pudesse causar problemas ao executivo.

Se achando o dono da cocada, ainda proibiu os fotógrafos de fazerem fotos por dentro do salão, e por último, certamente refletindo sua atuação, fez grandes elogios à imprensa chapa branca, paga, ora vejam, pela Câmara, e se achando muito, ainda afirmou em tom apatetado que quem criticou o Legislativo, no caso, nós aqui, estávamos de cócoras. (risos). Na ótica deste grande pensador, quando a imprensa critica, está de joelhos, mas quando elogia porque está sendo paga para isto, aí sim cumpre a risca o seu papel.

Marcondes Francisco e Regivaldo Coriolano

Regivaldo Coriolano (PCdoB), se alguém quiser ver o 1º secretário irado, diga que ele mudou de lado “Quem mudou foi o prefeito”, diz sempre que alguém insinua, mas seu passado é a referência, o prefeito continua fazendo o que sempre fez, porém, Regivaldo… Sinto muito vereador, mas quantas vezes esta escriba aqui não presenciou o senhor perder a fala criticando esta gestão, e, principalmente, quando a Casa atropelava algum rito?, foram muitas. Nunca se viu semelhante apatia. Regivaldo ler a Ata da sessão anterior, e limita-se a votar, opina vez por outra, num assunto mais genérico. Às vezes tem-se a impressão que nem está por ali, talvez fazendo companhia a Marcondes Francisco (PRP). Este ao completar os 50 anos, ao menos contou uma lorota, que Zezinho do INSS (Pros) não entendeu.

Antônio Alexandre e Luiz Aureliano

Luiz Aureliano (PT) e Antônio Alexandre (PR), estes mudaram pelo menos de posição, compunham a base do governo e hoje estão sem representação na Câmara, são os filhos enjeitados, porque não encontraram abrigo na oposição. Ganham espaço na mídia pela razão óbvia de serem a voz do contraditório.

Porém, os pecados dos dissidentes residem em denunciar as mazelas do executivo sem ações efetivas que possam apear o prefeito do poder. Se conseguissem provar por “A mais B”, metade do que denunciam sobre a administração de Anilton, há muito tempo que o prefeito não teria condições de continuar. Mas, falta estudar profundamente os relatórios do TCM – Tribunal de Contas dos Municípios – e mostrar a imprensa como andam os gastos, a miúde, do prefeito, como a oposição não tem interesse nesta pauta, eles precisam fazer.

Dinho, Bero e Macário

Edson Oliveira (PP), Bero do Jardim Aeroporto (PSL) e Pedro Macário (PP), estes formam a oposição, quando existia não apenas para sugar os R$ 11 mil dirigidos aos gabinetes de minoria e maioria. Tirando essa bufunfa que todo mês entra nesta bancada, o que eles fazem para, pelo menos, diante das denúncias dos dissidentes fazer de conta que se interessam? Bom… O líder, Edson Oliveira não mede esforços para elogiar os secretários, e de jeito nenhum criticar o prefeito.

Lá todos já aprenderam que é pecado. Se a oposição se interessar em dar respostas à população das denúncias levantadas na Câmara, é considerado erro grave, gravíssimo. Enquanto os dissidentes denunciam, a oposição prepara a cama deles, como se fossem uma representação paralela, inventada só na democracia de Paulo Afonso, porque no resto do mundo onde existe república democrática, até onde se sabe, a opos

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