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A Prefeitura de Paulo Afonso, através da Secretaria Municipal de Saúde, está intensificando as ações de combate ao mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. A campanha "Paulo Afonso contra o Aedes Aegypti", que busca combater a proliferação do mosquito, envolve agentes comunitários de saúde e agentes de controle de endemias.

No dia 11 de dezembro, profissionais da Secretaria Municipal de Saúde se reuniram no auditório do CEMPA para traçar as diretrizes da campanha, que segundo o secretário Alexei Vinícius pretende envolver também a população e várias entidades. No dia 16 haverá um grande pedágio no centro da cidade, para conscientizar a população quanto à necessidade de evitar a criação de ambientes que possam se transformar em criadouros do mosquito. Alexei informou ainda que a partir de janeiro de 2016, com a participação da 1ª Companhia de Infantaria, as ações se intensificarão no centro da cidade, bairros e área rural.

A mais recente descoberta possivelmente ligada ao aedes aegypti é a microcefalia, diagnosticada quando o perímetro da cabeça do bebê é igual ou inferior a 32 centímetros, quando o esperado é que após nove meses de gestação, esse diâmetro tenha pelo menos 34 centímetros. O Ministério da Saúde investiga a relação da microcefalia com mulheres que tiveram o zika vírus durante a gestação, o que justifica a mobilização nacional contra o aedes aegypti.

Alexei informou que além dos três casos confirmados de recém-nascidos com microcefalia, relacionados ao zika vírus em Paulo Afonso, 13 gestantes estão sendo acompanhadas por suspeita de que suas crianças também tenham sido afetadas. Quanto aos casos conhecidos, entre eles o da comerciante Suzana Bertolucci, que foi tema de reportagem da Folha de São Paulo, a Secretaria informou que estão à disposição: neurologistas, fisioterapeutas e outros profissionais, através do SUS, considerando que as crianças diagnosticadas precisam ser estimuladas desde cedo.

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