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Nesta segunda (07), participaram da sessão ordinária da Câmara os técnicos da Codevasf – Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, Bruno Cardoso e Roberto de Sá.

Na próxima reunião deve ser o Toinho da tapioca, porque há nisto um truque eficiente: os convidados, ainda que não tenham nada a apresentar, são o motivo para os vereadores extirparem o Grande Expediente e, assim, Antonio Alexandre (PR) e Luiz Aureliano (PT), continuarem com a boca fechada, já que os demais juntos são incapazes de contra-argumentar com eficiência.

As tentativas, vindas do líder do governo, Marconi Daniel (PV) e do colega Zezinho do INSS (Pros) em rebatê-los, foram um desastre, e para não arriscar mais o melhor é evitar que se faça o debate. Tudo isto acontece como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Como não há mal que não traga um bem, a vinda da Companhia, serviu ao menos para que Antonio Alexandre fizesse um desabafo preciso:

“É lamentável que mais uma vez me venham aqui só com blá, blá, blá não suporto mais ouvir isso, a gente fica aqui e só nos dá revolta, que bom que Petrolina e Juazeiro estão bem, e nós aqui temos o quê?, nada”, disse.

Os técnicos da Codevasf que são funcionários de carreira expuseram dados que fazem sofrer qualquer pauloafonsino, vendo as possibilidades do desenvolvimento da região escapar pelo ralo ano após ano. Só para se ter uma ideia, os municípios de Petrolina e Juazeiro somam em arrecadação R$ 600 milhões – a maior fatia de Juazeiro, e as demais regiões R$ 100 milhões: “É vergonhoso, observei e pensei que vergonha para a gente”, Alexandre evitou politizar o assunto, mas não apenas o governo federal, e nossos deputados estaduais e federais, o município faz o quê?

Nos tempos do ex-prefeito Paulo de Deus, vá lá, mas nestes anos de Anilton Bastos? Assistimos com um volume de água abençoado e energia à vontade, os outros crescerem e gerarem desenvolvimento, enquanto amargamos um atraso inexplicável na agricultura, desemprego generalizado, e um alto custo de vida. A Codevasf através da ineficiência dos agentes políticos têm cada um, pela responsabilidade constituída, sua parcela de culpa, de resto, a sociedade que assiste a tudo sem cobrar nada.
 

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