Compartilhar

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on print

As eleições municipais se aproximam e Paulo Afonso continua sem candidatos qualificados para exercer o pleito. Estamos, porém, forçados a escolher um caminho. A grande questão é que as boas opções não apareceram. Não vemos nenhum dos candidatos com uma base sólida sobre teoria política. São apenas pessoas que estão em busca de poder e enxergam uma brecha por essa via.

Todos eles prometem o mundo para a população, como se um prefeito fosse uma espécie de deus onipotente. Porém, conforme escreveu Frédéric Bastiat, na primeira metade do século XIX, o que nunca se viu, não se verá jamais e não se pode mesmo conceber é que o Estado devolva ao povo mais do que ele tomou. A prefeitura não produz nada, mas apenas tira o dinheiro do pagador de impostos (chamado pelo eufemismo de contribuinte), fica com boa parte para si e devolve o restante em forma de migalhas.

O que precisamos é de alguém que acabe a farra com o dinheiro público. Paulo Afonso quer alguém que não tema enfrentar o vespeiro corporativista. Alguém que abra concurso público e acabe com essa farra de privilégios na prefeitura que beneficia apenas os comissionados “amigos do rei”. Alguém que não transforme as instituições em cabide de emprego ou moeda de troca política.

Nós temos urgência em votar em um candidato que reduza gastos e impostos, com uma agenda que coloque o cidadão no foco e priorize a melhoria da qualidade dos serviços essenciais, como saúde, segurança e educação. Chega de demagogos pintando praças para mostrar serviço! Queremos propostas fora do slogan. A gente quer progredir, não ficar no mesmo discurso. A população clama por mais sociedade e menos política!

Por Thalles Almeida (Acadêmico de Direito)

Compartilhar

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on print

VEJA MAIS

COMENTÁRIOS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.