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Em miúdos: o principal dínamo de votos do pré-candidato Luiz de Deus (DEM) para as eleições de 2016, são os empregos da prefeitura municipal, em torno de 3 mil cargos, devidamente mantidos, à margem de concursos, para que se possa sair em vantagem. Isto à parte, Luiz tem o desafio de atrair o eleitorado jovem, na faixa dos 16 anos, que não sabe quem ele é. Se querem por outra: que identificação teria meninos e meninas no seu primeiro voto com um candidato próximo de completar 80 anos? A resposta chama a obviedade: nenhuma.

Este é o ponto para também dizer, que tirando o deputado federal Mário Negromonte Júnior (PP), na brisa dos seus trintas anos, os outros nomes de que dispõe o Partido Progressista estão no mesmo barco do rival: não prepararam um atrativo para o eleitorado feminino, ignoram os jovens e foram incapazes até o momento, de criar uma cartilha que contraponha à ineficiência e à incapacidade do grupo da situação, para assim apresentá-la a quem tem ojeriza por eles.

Uma eleição nestes moldes se decide pelo estômago. Luiz de Deus, diga-se, lançou-se pré-candidato trazendo apenas um passado longínquo, e por enquanto, sem maiores atrativos. Como o candidato pretende, por exemplo, exaltar o governo da “casinha de pombo”?, parceiro fundamental para o triunfo, ninguém se arisca a falar. São três décadas perdendo ou ganhando nos governos mais à direita, por assim dizer, e agora, de repente se vira à casaca?

Há também um temor, de que Luiz de Deus, numa eventual vitória, disponha dos cargos de primeiro escalão à revelia de Anilton Bastos, por isso mesmo, o prefeito não abre mão de indicar o vice na tentativa de conter a dispensa. Medo que já se abate entre os vereadores que hoje têm regalias com Anilton e que já sabem que com Luiz o buraco tende a ser mais embaixo.

Não são poucas as vantagens elencadas para Luiz de Deus, além da máquina e, vale registrar, a demora da oposição em decidir quem são os nomes para contrapô-lo. Tudo indica ser mesmo Dernival Oliveira, presidente do diretório municipal do PP e da Bahia Pesca. O PP, por seu turno, também precisa se resolver para atrair bons nomes à vereança, esta indecisão tem como efeito inevitável a fuga em massa de candidatos atrás de melhores condições eleitoreiras.

Quem apostou tudo em Paulo de Deus?

Há um núcleo de políticos, ligados aos deuses, onde podemos destacar Antônio Alexandre (PR), que estão num mato sem cachorro, com a ausência de Paulo de Deus da majoritária. Ainda se espera, pela longa trajetória ao lado de Luiz e Paulo que não sejam jogados às feras, mesmo assim, a lógica nos obriga a reconhecer, que depois do desgaste para encorajar os irmãos a uma independência do prefeito, não há clima para estarem todos se olhando e fazendo elogios mútuos em palanque.

Há, em todo caso, para a sobrevida política desses nomes, que têm força junto ao eleitorado, darem as mãos à oposição e correrem atrás do prejuízo, principalmente depois de serem taxados de “insignificantes” por Luiz de Deus.

Um trabalho que unifique a oposição e apresente ao povo uma alternativa possível para melhorar a vida da população, principalmente na geração de emprego, sem devaneios, mas com o que a cidade já potencializa é a única maneira de David vencer Golias.

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