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A possível vinculação entre aumento expressivo de ocorrência de microcefalia nos bebês de mulheres que durante a gravidez estiveram contaminadas com o Zika Virus deve acelerar uma solução baiana para o combate ao mosquito Aedes Aegypti – que também transmite a dengue e o Chikungunya.

Trata-se da experiência de esterilização biológica desenvolvida em Juazeiro e Jacobina pela MoscaMed, organização social sem fins lucrativos que realiza modificações genéticas que esterilizam os mosquitos machos e evitam, assim, a proliferação do vetor de contaminação da doença.

A convite do deputado Jorge Solla (PT-BA), representantes da Moscamed se reunirão com o Cláudio Maierovitch, diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (Devit), da Anvisa, que participou de audiência pública nesta quarta-feira (18) na Câmara de Deputado, em Brasília, para tratar do caso.

“A experiência da Moscamed é alvissareira. Eles já possuem sucesso absoluto no combate a mosca da fruta e dados preliminares mostram a queda na infestação do Aedes Aegypti em até 93% nas localidades onde houve o teste dos mosquitos modificados geneticamente”, informou Solla.

Maierovitch admitiu o fracasso histórico da política de combate ao Aedes Aegypti e concordou a necessidade de investimento em novas soluções. “O mosquito transmissor tem se expandido geograficamente, apesar de todas as medidas que tem sido adotadas nas três últimas décadas. Nenhum país da região equatorial do mundo conseguiu debelar a infestação do Aedes”, disse.

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